News Archive - DatamarNews https://datamarnews.com/pt/noticias/ East Coast South America Maritime and Logistics News and Analysis Thu, 09 Apr 2026 21:08:38 +0000 pt-BR hourly 1 https://datamarnews.com/wp-content/uploads/2021/04/cropped-DTNews_favcom-32x32.png News Archive - DatamarNews https://datamarnews.com/pt/noticias/ 32 32 Preços do gado atingem recorde histórico enquanto exportadores correm para cumprir cota da China https://datamarnews.com/pt/noticias/precos-do-gado-atingem-recorde-historico-enquanto-exportadores-correm-para-cumprir-cota-da-china/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=precos-do-gado-atingem-recorde-historico-enquanto-exportadores-correm-para-cumprir-cota-da-china https://datamarnews.com/pt/noticias/precos-do-gado-atingem-recorde-historico-enquanto-exportadores-correm-para-cumprir-cota-da-china/#respond Thu, 09 Apr 2026 21:08:38 +0000 https://datamarnews.com/?post_type=noticias&p=69108 O rápido preenchimento da cota de exportação de carne bovina brasileira para a China, em um cenário de oferta limitada de animais para abate, levou o preço do boi gordo a atingir um recorde nominal histórico no Brasil. Na quarta-feira (9), o indicador do boi gordo do Cepea/Esalq, referência do mercado, chegou a R$ 365 por arroba (medida equivalente a 15 quilos), alta de 2,53% no mês. Em 12 meses, a valorização é de 12,5%.

A demanda por gado está elevada no país porque os frigoríficos estão acelerando as exportações para a China, principal cliente do Brasil, enquanto ainda há espaço dentro da cota tarifária reduzida. Como resultado, a indústria espera que a cota seja totalmente preenchida até maio.

Dados da Datamar apontam que o Brasil exportou à China 7.780 TEUs de carne bovina em janeiro de 2026. Esse volume representa uma alta de 4,8% ano-a-ano. O gráfico a seguir, construído com as informação obtidas na plataforma DataLiner, detalha as exportações mensais do produto brasileiro:

Exportação de Carne Bovina à China | Jan 2023 – Jan 2026 | TEUs

Fonte: DataLiner (clique aqui para solicitar uma demonstração)

Desde o início do ano, a China impôs salvaguardas às importações de carne bovina de diversos fornecedores e estabeleceu uma cota de 1,1 milhão de toneladas importadas do Brasil com tarifa de 12%. Para volumes acima da cota, a alíquota é de 55%.

Roberto Perosa, presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC), afirmou na quarta-feira que o Brasil deve preencher totalmente sua cota de exportação de carne bovina para a China até a primeira semana de maio. Durante um encontro do setor realizado pela Scot Consultoria em Ribeirão Preto, Perosa disse que houve aceleração dos embarques em março após o governo Lula decidir não criar um sistema de controle para regular as exportações. Com isso, o volume exportado no primeiro trimestre já ultrapassou 40% da cota de 1,1 milhão de toneladas.

Ele observou, contudo, que as autoridades chinesas ainda não consolidaram os dados do último mês.

Especialistas ouvidos pelo Valor acreditam que os preços tendem a permanecer elevados até que a cota chinesa seja preenchida. “Pode haver volatilidade de preços [com o preenchimento da cota]”, disse Thiago Bernardino, pesquisador do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Ele destacou, porém, que a oferta de carne bovina é baixa em países relevantes para o mercado global, como os Estados Unidos, onde o rebanho está no menor nível em décadas. Isso deve impedir uma queda significativa do preço da arroba no mercado internacional.

No Brasil, a oferta de gado também segue restrita por enquanto, pressionando os preços para cima.

Para Alcides Torres, diretor da Scot Consultoria, a cota chinesa foi o principal fator de mudança na dinâmica do mercado, ao acelerar a compra de animais para abate e posterior exportação da carne. Como resultado, os embarques totais atingiram um recorde histórico para o mês de março neste ano.

Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), divulgados na terça-feira (7), mostram que os embarques de carne bovina in natura do Brasil somaram 233.950 toneladas em março, alta de 8,6% na comparação anual. O preço médio também subiu 18,7%, para US$ 5.814,80 por tonelada.

Segundo Perosa, da ABIEC, a cota chinesa é hoje a principal preocupação da indústria de carne bovina, já que as negociações para revisão do volume não avançaram e não há perspectiva de abertura rápida de novos mercados para absorver a carne que seria destinada à China.

Na prática, a cota reduziu o mercado da carne brasileira na China, que havia importado 1,68 milhão de toneladas em 2025.

Perosa afirmou não acreditar na viabilidade de triangulação da carne brasileira para a China via Vietnã — que abriu seu mercado à carne brasileira no ano passado, mas consome mais carne de búfalo — ou via Hong Kong, que importa miúdos do Brasil e os reexporta para a China.

Ele também destacou que o sistema de cotas criado por Pequim provavelmente permanecerá em vigor em 2027 e 2028, o que torna necessário continuar buscando mercados alternativos.

Para Perosa, a justificativa chinesa para impor cotas é política e carece de base técnica, já que a pecuária chinesa não consegue oferecer o produto a preços competitivos.

“As medidas de salvaguarda chinesas afetam todos os países, mas o Brasil sofreu a maior redução [nas exportações]. Eles devem ter pensado que poderiam tirar mais do Brasil porque o impacto não seria tão grande, já que exportamos muitas outras commodities para a China, como soja. Mas o impacto é enorme para o nosso setor, porque a China foi destino de 46% das nossas exportações de carne no ano passado”, afirmou.

Segundo ele, a solução é continuar negociando, focar na abertura de novos mercados com alto consumo de carne e aumentar a produtividade.

Apesar das mudanças na dinâmica das exportações, não há sinais de alteração nos confinamentos de gado em 2026, segundo Alcides Torres, da Scot. “Pela nossa estimativa, devemos ter entre 9 e 10 milhões de cabeças em confinamento este ano, mas isso não está relacionado a essa dinâmica causada pelas tarifas chinesas”, disse.

Ele acrescentou que eventos como a Copa do Mundo da FIFA e as eleições de outubro no Brasil tendem a sustentar o consumo interno, contribuindo para a continuidade dos planos de investimento do setor em terminação intensiva de gado.

Fonte: Valor International

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Exportações de frango para o Oriente Médio caem https://datamarnews.com/pt/noticias/exportacoes-de-frango-para-o-oriente-medio-caem/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=exportacoes-de-frango-para-o-oriente-medio-caem https://datamarnews.com/pt/noticias/exportacoes-de-frango-para-o-oriente-medio-caem/#respond Thu, 09 Apr 2026 21:08:00 +0000 https://datamarnews.com/?post_type=noticias&p=69117 O volume de carne de frango exportado para países do Oriente Médio em março, logo após o início da guerra na região, recuou em relação ao mesmo mês do ano passado, enquanto os embarques de milho aumentaram, segundo dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex). A região é um mercado-chave para ambos os produtos.

O levantamento reuniu dados de embarques para Irã, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Iraque, Kuwait, Catar, Omã, Bahrein, Israel, Iêmen, Síria, Líbano, Jordânia, Turquia e Egito.

As exportações de 40 categorias de carne de aves e miúdos para esses países caíram 21% na comparação anual em março, passando de 138 mil toneladas para 108 mil toneladas. Não houve embarques desses produtos para o Irã nem em março de 2025 nem em março de 2026.

Confira a seguir o panorama geral das exportações brasileiras de carne de frango aos países do Oriente Médio, segundo os dados obtidos pela Datamar.

Exportação de Carne de Frango para Oriente Médio | Jan 2023 – Fev 2023 | TEUs

Fonte: DataLiner (clique aqui para solicitar uma demonstração)

Em contrapartida, as exportações de milho para os 15 países do Oriente Médio cresceram 24%, alcançando 907 mil toneladas. Os embarques para o Irã — maior comprador do milho brasileiro — praticamente cessaram, caindo de 304 mil toneladas em março de 2025 para pouco mais de 1 mil toneladas em março deste ano.

Por outro lado, os volumes enviados ao Egito dispararam 1.171,5%, e o Brasil exportou 26 mil toneladas para o Iraque, mercado que não havia recebido milho brasileiro no mesmo período do ano anterior.

No total, as exportações de carne de aves e miúdos cresceram 6,9%, atingindo 468,7 mil toneladas, enquanto os embarques totais de milho avançaram 12,8%, para 983 mil toneladas.

Fonte: Valor International

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Indústria têxtil argentina opera com 24% da capacidade em meio a avanço das importações e produção menor https://datamarnews.com/pt/noticias/industria-textil-argentina-opera-com-24-da-capacidade-em-meio-a-avanco-das-importacoes-e-producao-menor/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=industria-textil-argentina-opera-com-24-da-capacidade-em-meio-a-avanco-das-importacoes-e-producao-menor https://datamarnews.com/pt/noticias/industria-textil-argentina-opera-com-24-da-capacidade-em-meio-a-avanco-das-importacoes-e-producao-menor/#respond Thu, 09 Apr 2026 21:07:49 +0000 https://datamarnews.com/?post_type=noticias&p=69123 A indústria têxtil da Argentina atravessa um de seus momentos mais fracos dos últimos anos, em meio ao avanço das importações de vestuário acabado e à forte queda da produção doméstica e do uso da capacidade instalada, segundo entidades do setor.

O índice de produção industrial têxtil recuou 23,9% em janeiro na comparação anual, atingindo o menor nível da série disponível, iniciada em 2016, de acordo com relatório de março da Federação das Indústrias Têxteis Argentinas (FITA). Segundo a entidade, a retração foi puxada por quedas superiores a 30% em segmentos como tecidos e acabamentos e fios de algodão, em contraste com uma redução mais moderada, de 3,2%, no conjunto da indústria manufatureira.

A deterioração já vinha se acumulando. Boletim econômico da Fundação Pro Tejer apontou que a produção têxtil estava 27,8% abaixo do nível de dois anos antes. O uso da capacidade instalada reforça esse quadro: em janeiro de 2026, o setor operava com apenas 24% de seu potencial produtivo, bem abaixo da média industrial da economia, de 53,6%, segundo as mesmas fontes.

As entidades também afirmam que a crise já se reflete no emprego. Os setores de têxteis, vestuário, couro e calçados eliminaram 12 mil postos formais de trabalho no último ano, somando 100 mil empregos em dezembro de 2025. Desde o fim de 2023, as perdas acumuladas superam 20 mil vagas, e a Pro Tejer disse que o segmento registrou a maior queda percentual de emprego entre os setores da economia privada argentina.

A piora do mercado interno veio acompanhada do avanço acelerado do comércio eletrônico. O mercado argentino de e-commerce cresceu 55% em 2025, acima da inflação de 31,5%, segundo dados setoriais citados nos relatórios. Mas esse crescimento passou a ser cada vez mais impulsionado por compras feitas no exterior, movimento que já alcança 47% dos consumidores online, de acordo com o mais recente estudo anual de comércio eletrônico da Câmara Argentina de Comércio Eletrônico (CACE) e da Kantar.

Nesse levantamento, a Temu apareceu como a plataforma mais utilizada entre consumidores que compram do exterior, com 41%, seguida pela Shein, com 31%, à frente de operadores mais tradicionais, como a Amazon.

Segundo fontes do setor, marcas locais já sentem essa mudança no perfil da demanda. A plataforma Tiendanube informou que o faturamento nominal do segmento de vestuário não esportivo caiu 14%, movimento que associou em grande parte ao avanço das plataformas chinesas. Já a Fundação Observatório Pyme apontou que 88% das pequenas e médias empresas do segmento citaram a queda nas vendas como seu principal problema, enquanto 68,4% disseram enfrentar uma “ameaça importadora”, o maior índice entre os setores industriais.

Importações sobem em produtos acabados e caem em insumos

Os dados de comércio exterior mostram uma divisão estrutural no setor. A FITA informou que as importações de produtos finais, especialmente roupas, cresceram 54% em volume e 27% em valor em fevereiro. Nos dois primeiros meses do ano, as compras externas de vestuário acabado saltaram 82% em toneladas e 53% em dólares, segundo a entidade.

Dados de movimentação de contêineres obtidos pela Datamar demonstram um crescimento de 39% na quantidade de TEUs importados pela Argentina, entre janeiro de fevereiro de 2026, no setor de peças de vestuário feitas de tecido. Confira mais detalhes a seguir:

Importações de Peças de Tecido | Argentina | Jan 2023 – Fev 2026 | TEUs

Fonte: DataLiner (clique aqui para solicitar uma demonstração)

Ao mesmo tempo, as importações de insumos essenciais para a produção local, como fios, matérias-primas e tecidos, caíram mais de 35% em volume e mais de 50% em valor. Para a FITA, esse padrão sugere que as fábricas estão comprando menos porque estão produzindo menos, enquanto a demanda doméstica passa a ser atendida de forma crescente por mercadorias importadas.

A entidade também alertou para o avanço da subfaturação nas importações têxteis. Segundo a FITA, mais de 70% dos produtos importados foram declarados com valores muito abaixo das referências históricas e, em muitos casos, abaixo do custo da principal matéria-prima. A federação citou exemplos como camisetas de algodão importadas por menos de US$ 0,01, toalhas abaixo de US$ 0,30 por quilo e jeans por menos de US$ 1, classificando essa prática como fonte de distorções de mercado e concorrência desleal para os fabricantes locais.

A Pro Tejer afirmou que, nos primeiros dez meses do ano passado, as importações totais de têxteis e vestuário chegaram a 332.696 toneladas, alta de 89% em relação ao mesmo período do ano anterior. Dentro desse total, os confeccionados avançaram 217% e as roupas, 166%, atingindo volumes recordes de importação, segundo a entidade. O Observatório Pyme acrescentou que 37% das pequenas e médias indústrias perderam participação no mercado interno para a concorrência estrangeira, o maior nível desde 2007, e disse que a China foi apontada como a principal origem da ameaça importadora por 73,3% das empresas.

Segundo as entidades, os preços não acompanharam a pressão enfrentada pelos produtores. A categoria “vestuário, couro e calçados” não registrou variação mensal em fevereiro de 2026, mas a Pro Tejer afirmou que essa desaceleração reflete rentabilidade negativa, com muitas vendas ocorrendo abaixo do custo em meio ao consumo enfraquecido e ao deslocamento da demanda para produtos importados.

Fonte: Forbes Argentina

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Stellantis pede medidas para compensar concorrência chinesa no Brasil https://datamarnews.com/pt/noticias/stellantis-pede-medidas-para-compensar-concorrencia-chinesa-no-brasil/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=stellantis-pede-medidas-para-compensar-concorrencia-chinesa-no-brasil https://datamarnews.com/pt/noticias/stellantis-pede-medidas-para-compensar-concorrencia-chinesa-no-brasil/#respond Thu, 09 Apr 2026 21:07:38 +0000 https://datamarnews.com/?post_type=noticias&p=69115 A Stellantis, dona de marcas como Fiat, Jeep e Citroën, afirmou que o Brasil deveria considerar a adoção de mecanismos para compensar a vantagem competitiva das montadoras chinesas, argumentando que as condições atuais ameaçam a sustentabilidade de longo prazo da indústria local.

“Há um gap competitivo com as marcas chinesas no mercado que precisa ser enfrentado”, disse Antonio Filosa, presidente regional da companhia, durante coletiva em São Paulo. “Um mecanismo de equalização para esse tipo de concorrência deve ser desenhado e implementado.”

Segundo Filosa, a competitividade estrutural da China é resultado de duas décadas de política industrial coordenada e investimentos, que criaram um ecossistema produtivo altamente eficiente. Ele também destacou o excesso de capacidade industrial no país, que vem sendo direcionado cada vez mais para mercados externos.

“Com o mercado dos Estados Unidos amplamente fechado e a Europa debatendo o tema, a América do Sul — e o Brasil, em particular — tornou-se um destino prioritário”, afirmou.

Filosa disse que ainda é difícil avaliar o impacto total das tarifas atuais, devido ao grande volume de veículos importados nos últimos meses que ainda estão em trânsito ou em fase de distribuição.

“O que precisa ser feito é medir tecnicamente esse gap e definir como traduzi-lo em um mecanismo de equalização, seja por meio de instrumentos globais existentes ou de uma solução específica — não apenas tarifas”, disse.

A empresa sugere que o governo brasileiro e a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) realizem um estudo técnico para quantificar essa diferença e desenhar uma resposta adequada.

Filosa citou os Estados Unidos como exemplo, destacando que o país impôs tarifas de até 100% sobre veículos elétricos chineses e ajustou exigências de CO₂ para evitar uma contração indesejada do mercado doméstico.

“Na nossa visão, a administração americana fez uma avaliação técnica para entender esse gap de competitividade e definir como proteger a sustentabilidade de sua indústria automotiva”, afirmou.

No Brasil, porém, Filosa classificou as operações como estáveis e em crescimento, em contraste com os desafios enfrentados pelo grupo em outras regiões.

“A América do Sul está indo muito bem. Não é uma fonte de preocupação — pelo contrário, representa uma oportunidade”, disse.

Apesar do bom desempenho em vendas, ele observou que a rentabilidade está pressionada devido a custos elevados e gargalos logísticos, que tornam a produção local mais cara do que em outros mercados.

“O peso dos custos logísticos na estrutura de um veículo produzido no Brasil é maior do que na Europa ou na América do Norte”, afirmou.

Parceria com a Leapmotor

A Stellantis informou que pretende iniciar a produção de veículos da marca chinesa Leapmotor no Brasil no primeiro trimestre de 2027, com dois modelos a serem fabricados na planta de Goiana (PE).

A parceria faz do Brasil o primeiro país fora da China a produzir veículos da Leapmotor. Os modelos — B10 e C10 — utilizarão tecnologia da Stellantis que combina motor a combustão para alimentar um sistema de propulsão elétrica.

“Estamos estruturando a linha de produção e treinando pessoal. É uma parceria técnica forte”, disse Filosa, acrescentando que a operação completa deve estar pronta até o início do próximo ano.

Fundada em 2015 em Hangzhou, a Leapmotor produz veículos elétricos e híbridos. A Stellantis adquiriu cerca de 20% da empresa em 2023 e criou uma joint venture para expandir a marca internacionalmente.

Questionado sobre a aparente contradição entre defender medidas de proteção e se associar a uma montadora chinesa, Filosa afirmou que a estratégia da empresa difere da de exportadores puros.

“Nossa abordagem é diferente. Localizamos a produção e uma grande parte dos componentes, incluindo o motor”, disse.

Oriente Médio

A Stellantis afirmou que está monitorando o conflito no Oriente Médio envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, e alertou que o aumento da inflação e mudanças na demanda podem afetar as operações.

“Há uma volatilidade significativa de mercado em um ambiente geopolítico complexo”, disse Filosa.

As operações na região do Golfo — incluindo Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita — já enfrentam interrupções, com expectativa de queda em volumes de vendas.

“Já estamos antecipando algumas perdas de volume, que são administráveis por enquanto. Mas muito depende da duração da crise geopolítica”, afirmou.

Filosa acrescentou que a inflação segue como um risco relevante, dependendo da persistência da volatilidade global.

“Volatilidade e inflação são riscos reais daqui para frente”, concluiu.

Fonte: Valor International

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Porto de Santos prioriza navio de combustíveis devido à guerra no Irã https://datamarnews.com/pt/noticias/porto-de-santos-prioriza-navio-de-combustiveis-devido-a-guerra-no-ira/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=porto-de-santos-prioriza-navio-de-combustiveis-devido-a-guerra-no-ira https://datamarnews.com/pt/noticias/porto-de-santos-prioriza-navio-de-combustiveis-devido-a-guerra-no-ira/#respond Thu, 09 Apr 2026 21:07:28 +0000 https://datamarnews.com/?post_type=noticias&p=69110 O Porto de Santos priorizou a atracação de um navio contendo quase 18 mil toneladas de gasolina, em decorrência dos efeitos da guerra entre Estados Unidos e Irã na disposição de combustíveis no território nacional.

A APS (Autoridade Portuária de Santos) concedeu prioridade ao navio MH Ibuki, que veio do terminal marítimo Madre de Deus, na Bahia. A justificativa da empresa pública para “furar a fila” se deu pela possibilidade de desabastecimento no Estado de São Paulo.

A operação de cabotagem foi concluída no dia 30 de março último, com a descarga de 17.974 toneladas de Gasolina tipo A —equivalente a aproximadamente 600 caminhões tanque.

À CNN, o presidente da APS, Anderson Pomini, explicou que a priorização na fila é uma exceção concedida quando há necessidade de desembarque rápido de determinada carga em função de um evento extremo — como uma possível falta de combustíveis em certa região.

“Via de regra, há uma fila que deve ser respeitada, mas a APS analisou o pedido de uma distribuidora e avaliou ser preciso contribuir com as diretrizes federais de ajudar a manter a oferta de combustíveis e não possibilitar o desabastecimento de combustível no Estado de São Paulo, conforme alertou a ANP (Agência Nacional do Petróleo)”, afirmou.

Em meio à guerra no Irã, o fechamento do Estreito de Ormuz faz com que as rotas mundiais de petróleo sejam repensadas. Neste contexto, a importação direta da Rússia, por exemplo, ganha força e acaba sendo mais requisitada por outros países. O cenário acaba encarecendo o preço dos combustíveis e leva à reorganização dos países.

O combustível que desembarcou em Santos em 30 de março foi proveniente da refinaria de Mataripe, uma das principais unidades de refino do país e a maior do Nordeste. O intuito da vazão com maior velocidade é o rebalanceamento da oferta em São Paulo.

A Diope (Diretoria de Operações) da APS tem recebido vários pedidos para priorização de navios com combustíveis, que estão sendo analisados.

Apesar da liberação do navio vindo da Bahia, a Diope negou o pedido de uma empresa de combustíveis que solicitou prioridade, em razão de outras embarcações estarem na frente.

“Ou seja, se estamos dando prioridade de atracação para abastecimento para combustíveis, uma carga, também de combustível, não pode passar na frente da outra”, afirmou o diretor de Operações, Beto Mendes.

Texto original de Fabricio Julião para a CNN Brasil

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Novo píer de R$ 100 milhões vai ampliar capacidade do maior porto de Santa Catarina https://datamarnews.com/pt/noticias/novo-pier-de-r-100-milhoes-vai-ampliar-capacidade-do-maior-porto-de-santa-catarina/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=novo-pier-de-r-100-milhoes-vai-ampliar-capacidade-do-maior-porto-de-santa-catarina https://datamarnews.com/pt/noticias/novo-pier-de-r-100-milhoes-vai-ampliar-capacidade-do-maior-porto-de-santa-catarina/#respond Thu, 09 Apr 2026 21:06:07 +0000 https://datamarnews.com/?post_type=noticias&p=69100 O complexo portuário de São Francisco do Sul, no Litoral de SC, vai expandir a capacidade de trabalho com a ampliação do píer do TESC (Terminal Santa Catarina). As obras iniciaram oficialmente nessa terça-feira (7) com a cravação da primeira estaca.

Com investimento inicial de R$ 100 milhões e previsão de conclusão em 2026, a obra permitirá a atracação simultânea de dois navios e preparará o terminal para receber embarcações de maior porte. O porto de São Francisco do Sul é considerado o maior em movimentação do estado.

Obra no Porto de São Francisco do Sul faz parte de um plano mais amplo

A ampliação do píer faz parte da primeira etapa de um plano mais amplo de modernização e expansão do terminal.

Além dos R$ 100 milhões já aprovados para esta fase, a Solaris, empresa concessionária do TESC, possui em análise junto ao Ministério de Portos e Aeroportos um novo ciclo de investimentos estimado em mais de R$ 500 milhões, cuja aprovação é esperada para o início de maio de 2026.

“Este é apenas o primeiro passo de um projeto transformador para o TESC. Estamos preparando o terminal para um novo patamar de capacidade, eficiência e competitividade, em linha com a evolução do comércio exterior brasileiro”, afirma Stéphane Frappat, CEO da Solaris.

Ampliação acontece em simultâneo com a dragagem da Baía Babitonga

A intervenção também posiciona o terminal para aproveitar os ganhos decorrentes da dragagem da Baía da Babitonga, que elevará o calado do canal de acesso para 16 metros.

Com isso, o TESC estará apto a receber navios de maior capacidade de carga e classes superiores às atuais embarcações.

A expectativa é ampliar a competitividade do terminal principalmente nos segmentos de fertilizantes, soja, milho, farelo, açúcar e demais granéis sólidos, além de fortalecer a operação de carga geral, produtos siderúrgicos e cargas de projeto.

Fonte: ND Mais

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Brasil dobra exportações de produtos de defesa no 1º trimestre de 2026 https://datamarnews.com/pt/noticias/brasil-dobra-exportacoes-de-produtos-de-defesa-no-1o-trimestre-de-2026/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=brasil-dobra-exportacoes-de-produtos-de-defesa-no-1o-trimestre-de-2026 https://datamarnews.com/pt/noticias/brasil-dobra-exportacoes-de-produtos-de-defesa-no-1o-trimestre-de-2026/#respond Thu, 09 Apr 2026 21:06:02 +0000 https://datamarnews.com/?post_type=noticias&p=69102 O Brasil ampliou exportações de defesa e atingiu US$ 931 milhões no primeiro trimestre, consolidando presença global e ampliando mercados internacionais, informa o jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo. O desempenho representa um avanço significativo em relação ao mesmo período do ano anterior e reforça o posicionamento do país no setor.

A indústria de defesa brasileira mais do que dobrou o volume exportado entre janeiro e março deste ano, na comparação com igual intervalo de 2025. Os dados indicam que as exportações saltaram de US$ 457 milhões no primeiro trimestre do ano passado para US$ 931 milhões em 2026. O resultado mantém a trajetória de crescimento do setor, que já havia registrado recordes consecutivos em 2024 e 2025.

Entre os principais destinos dos produtos brasileiros de defesa estão Alemanha, Bulgária, Emirados Árabes Unidos, Estados Unidos e Portugal. O alcance internacional do setor também chama atenção: atualmente, a indústria nacional exporta para 148 países distribuídos em todos os continentes.

O segmento é composto por cerca de 93 empresas exportadoras, que atuam em diferentes áreas da cadeia produtiva.

Fonte: Brasil 247

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Fundo da Marinha Mercante aprova R$ 81 milhões para a indústria naval no Sul do País https://datamarnews.com/pt/noticias/fundo-da-marinha-mercante-aprova-r-81-milhoes-para-a-industria-naval-no-sul-do-pais/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=fundo-da-marinha-mercante-aprova-r-81-milhoes-para-a-industria-naval-no-sul-do-pais https://datamarnews.com/pt/noticias/fundo-da-marinha-mercante-aprova-r-81-milhoes-para-a-industria-naval-no-sul-do-pais/#respond Thu, 09 Apr 2026 21:05:59 +0000 https://datamarnews.com/?post_type=noticias&p=69111 O Fundo da Marinha Mercante (FMM) aprovou R$ 81 milhões em investimentos para a indústria naval na região Sul do país. Os recursos, aprovados durante a 62ª reunião do Conselho Diretor, contemplam a construção de uma embarcação de apoio marítimo em Santa Catarina, com previsão de geração de 350 empregos diretos.

O projeto, apresentado pela Oceânica Engenharia e Consultoria S.A., prevê a realização da obra no estaleiro ENAV Reparo Naval LTDA , ampliando a capacidade produtiva da indústria naval na região e fortalecendo o atendimento às demandas da navegação marítima.

Segundo o ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, os investimentos contribuem para o desenvolvimento equilibrado do setor no país. “Estamos ampliando a presença da indústria naval em diferentes regiões, com geração de empregos e fortalecimento da capacidade produtiva”, afirmou.

Para o secretário nacional de Hidrovias e Navegação, Otto Luiz Burlier, a iniciativa reforça o papel da política pública no desenvolvimento regional. “Esse investimento amplia a capacidade da indústria naval no Sul e fortalece a oferta de serviços para a navegação. É uma ação que impulsiona a economia local e gera oportunidades de emprego na região”, destacou.

Histórico e atuação do FMM

O Fundo da Marinha Mercante é um dos principais instrumentos de financiamento da indústria naval e do setor aquaviário no Brasil. Nos últimos anos, o Fundo tem ampliado o volume de investimentos aprovados, com foco na modernização da frota, na geração de empregos e no fortalecimento da capacidade produtiva nacional.

A atuação do FMM contribui diretamente para a dinamização das economias regionais, ao estimular a cadeia produtiva da indústria naval, que envolve desde estaleiros até fornecedores de equipamentos e serviços. Os investimentos também impulsionam a geração de emprego e renda, com impactos positivos sobre a qualificação profissional e o desenvolvimento local.

A medida integra a política pública do Governo Federal voltada ao fortalecimento da indústria naval, para promover maior competitividade no setor e ampliar a capacidade do país no transporte aquaviário.

Fonte: MPOR

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Banco Mundial vê Argentina entre as economias de maior crescimento da região em 2026 e 2027 https://datamarnews.com/pt/noticias/banco-mundial-ve-argentina-entre-as-economias-de-maior-crescimento-da-regiao-em-2026-e-2027/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=banco-mundial-ve-argentina-entre-as-economias-de-maior-crescimento-da-regiao-em-2026-e-2027 https://datamarnews.com/pt/noticias/banco-mundial-ve-argentina-entre-as-economias-de-maior-crescimento-da-regiao-em-2026-e-2027/#respond Thu, 09 Apr 2026 21:05:42 +0000 https://datamarnews.com/?post_type=noticias&p=69122 O Banco Mundial afirmou que a Argentina se consolidou como uma das “exceções positivas” da América Latina e deve figurar entre as grandes economias com melhor desempenho da região neste ano e no próximo, à medida que os esforços de estabilização e as reformas melhoram as expectativas e as condições financeiras.

Na edição mais recente de seu relatório econômico para a América Latina e o Caribe, a instituição sediada em Washington informou que a economia argentina cresceu 4,4% em 2025 e deve avançar 3,6% em 2026 e 3,7% em 2027. Se as projeções se confirmarem, isso marcará um ponto fora da curva: segundo o relatório, a Argentina não registra três anos consecutivos de crescimento do PIB desde 2008.

“A economia argentina surgiu como a principal surpresa positiva, à medida que a estabilização e as reformas melhoraram as expectativas e as condições financeiras”, disse o Banco Mundial, destacando que as projeções para o país superam as taxas médias de crescimento previstas para a região, de 2,1% em 2026 e 2,4% em 2027.

Will Maloney, economista-chefe do Banco Mundial para a América Latina e o Caribe, afirmou que a projeção de crescimento da Argentina é um pouco menor do que a instituição esperava meses atrás, mas classificou a estimativa de 3,6% para 2026 como ainda forte para os padrões regionais. Ele também alertou para uma aceleração recente da inflação.

Maloney disse que as preocupações com a concorrência externa são compreensíveis em um cenário de abertura econômica, mas argumentou que uma maior integração pode ajudar as empresas a ganhar eficiência. Ressaltou, porém, que a região ainda tem relativamente poucas companhias operando na fronteira tecnológica. Com isso, avaliou, muitas empresas podem enfrentar dificuldades, enquanto ainda é cedo para saber quais novos negócios poderão surgir e gerar empregos.

O Banco Mundial atribuiu à consolidação fiscal conduzida pelo presidente Javier Milei parte do fortalecimento do programa econômico do país. O relatório cita a racionalização dos gastos públicos, o corte de ineficiências administrativas e a reformulação dos subsídios aos preços da energia, com foco em retirar benefícios das faixas de renda mais alta, como medidas que ajudaram a ancorar as expectativas de inflação e a reduzir o risco soberano.

A instituição também classificou a melhora da dinâmica fiscal argentina como outra “exceção” em uma região marcada por fragilidade fiscal e custo de financiamento mais elevado. O relatório destaca ainda a queda do risco-país e uma “agenda pró-crescimento”, mencionando a criação do regime de incentivos ao investimento RIGI e avanços em acordos comerciais, inclusive com os Estados Unidos.

Apesar do tom mais otimista em relação ao crescimento, o Banco Mundial alertou que a Argentina ainda enfrenta “riscos relevantes de baixa”, sobretudo ligados ao setor externo, ao endividamento e à entrada de dólares no país. O relatório destaca as necessidades expressivas de financiamento externo em um contexto de reservas internacionais líquidas negativas e acesso limitado aos mercados internacionais de dívida.

Na comparação regional, o Banco Mundial afirmou que a Argentina se destaca entre as maiores economias latino-americanas, embora projete expansão mais forte neste ano para alguns países menores, como Guiana (16,3%), Paraguai (4,4%), Suriname (4,0%) e Panamá (3,9%). Entre as demais grandes economias, as previsões são mais moderadas: Brasil (1,6%), Colômbia (2,2%), México (1,3%), Chile (2,4%) e Peru (2,7%).

Ao analisar o quadro regional mais amplo, o Banco Mundial atribuiu o crescimento relativamente fraco da América Latina a três fatores principais: custo elevado do crédito, associado às limitações fiscais; demanda externa enfraquecida; e pressões inflacionárias decorrentes da incerteza geopolítica mundial, que pesam sobre o investimento privado e a geração de empregos.

O relatório também apontou o que classificou como oportunidades estruturais para a América Latina, entre elas a participação da região nas reservas globais de lítio, seus recursos de cobre e uma matriz energética relativamente limpa, além de um impulso reformista que vem ganhando espaço em vários países. A instituição defendeu o avanço de políticas industriais e setoriais voltadas ao crescimento e ressaltou a importância de recompor a confiança empresarial, destravar o investimento privado e elevar a produtividade.

Segundo o Banco Mundial, a combinação de políticas recomendada inclui investimentos em educação, formação técnica e capacitação em gestão para reduzir lacunas de qualificação; ampliação do acesso ao financiamento para que empresas possam assumir riscos; fortalecimento da capacidade institucional para formular políticas capazes de identificar falhas de mercado; e aprofundamento da integração comercial para ampliar a competitividade. Nesse contexto, o relatório cita o acordo bilateral da Argentina com os Estados Unidos e os avanços no acordo entre Mercosul e União Europeia.

Reportagem original de Esteban Lafuente para o La Nación

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Brasil vai recorrer de decisão judicial que suspendeu imposto sobre exportação de petróleo, diz ministro https://datamarnews.com/pt/noticias/brasil-vai-recorrer-de-decisao-judicial-que-suspendeu-imposto-sobre-exportacao-de-petroleo-diz-ministro/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=brasil-vai-recorrer-de-decisao-judicial-que-suspendeu-imposto-sobre-exportacao-de-petroleo-diz-ministro https://datamarnews.com/pt/noticias/brasil-vai-recorrer-de-decisao-judicial-que-suspendeu-imposto-sobre-exportacao-de-petroleo-diz-ministro/#respond Thu, 09 Apr 2026 21:05:33 +0000 https://datamarnews.com/?post_type=noticias&p=69124 O governo brasileiro vai recorrer da decisão judicial que suspendeu a cobrança do imposto sobre exportação de petróleo para algumas empresas, disse à Reuters em 9 de março o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira.

No início desta semana, uma decisão da Justiça apontou que a alíquota de 12%, instituída há cerca de um mês, quando os preços do petróleo dispararam em meio à guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã, pode ser inconstitucional. Ainda não há, no entanto, uma decisão definitiva sobre o caso.

A decisão judicial isentou TotalEnergies, Repsol Sinopec, Petrogal, da Galp, Shell e Equinor da cobrança do imposto sobre as exportações de petróleo bruto. A Petrobras, estatal brasileira e maior exportadora de petróleo do país, não foi afetada pela medida.

“Naturalmente, vamos recorrer dessa decisão”, afirmou Silveira.

A alíquota de 12% foi adotada pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva como parte de um pacote destinado a amenizar o impacto, sobre o consumidor brasileiro, da forte alta dos preços internacionais do petróleo e dos combustíveis provocada pela guerra no Oriente Médio.

Reportagem de Rodrigo Viga Gaier para a Reuters

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