DatamarNews https://datamarnews.com/pt/home-pt/ East Coast South America Maritime and Logistics News and Analysis Wed, 25 Oct 2023 22:01:21 +0000 pt-BR hourly 1 https://datamarnews.com/wp-content/uploads/2021/04/cropped-DTNews_favcom-32x32.png DatamarNews https://datamarnews.com/pt/home-pt/ 32 32 Aladi – Associação Latino-Americana de Integração https://datamarnews.com/pt/aladi-associacao-latino-americana-de-integracao/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=aladi-associacao-latino-americana-de-integracao Wed, 25 Oct 2023 21:37:48 +0000 https://datamarnews.com/?p=43661 A Associação Latino-Americana de Integração (ALADI) é uma organização regional criada com o objetivo de promover a integração econômica e o desenvolvimento dos países da América Latina e do Caribe. Fundada em 1980, a ALADI tem sua sede em Montevideo, no Uruguai, e conta com a participação de 13 países membros (ArgentinaBolíviaBrasilChileColômbiaCubaEquadorMéxicoPanamáParaguaiPeruUruguai e Venezuela, representando, em conjunto, 20 milhões de quilômetros quadrados e mais de 510 milhões de habitantes.

Sua missão é facilitar o comércio e a cooperação econômica entre seus membros por meio da eliminação de barreiras comerciais e da promoção de políticas que impulsionem o crescimento econômico da região. Para atingir esses objetivos, a organização se baseia em acordos e tratados que visam a liberalização do comércio, a harmonização de políticas e regulamentações, e a promoção de investimentos.

Entre os principais instrumentos da ALADI está o Tratado de Montevidéu de 1980, que estabeleceu as bases para a integração econômica na região e criou uma estrutura institucional para a organização. Além disso, a ALADI também administra uma série de acordos de preferências tarifárias entre seus membros, que buscam reduzir as tarifas de importação entre os países participantes.

A ALADI desempenha um papel importante na promoção do comércio intrarregional na América Latina e no Caribe, ajudando a fortalecer os laços econômicos entre os países membros e a impulsionar o desenvolvimento econômico e social na região. Além disso, a organização também busca promover a cooperação em áreas como a agricultura, a indústria, a tecnologia e o meio ambiente, visando ao desenvolvimento sustentável.

A ALADI promove a criação de uma área de preferências econômicas na região, objetivando um mercado comum latino-americano, através de três mecanismos:

– uma preferência tarifária regional, aplicada a produtos originários dos países-membros frente às tarifas em vigor para terceiros países;

– acordos de alcance regional (comuns a todos os países-membros); e

– acordos de alcance parcial, com a participação de dois ou mais países da área.

Por meio de acordos e tratados, a ALADI trabalha para eliminar barreiras comerciais, facilitar o comércio e promover o desenvolvimento econômico na região, contribuindo assim para o progresso e a prosperidade de seus membros.

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Blank sailing https://datamarnews.com/pt/blank-sailing-2/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=blank-sailing-2 Wed, 25 Oct 2023 21:36:20 +0000 https://datamarnews.com/?p=44125 O termo “blank sailing” na navegação se refere a uma prática adotada pelas companhias de transporte marítimo, especialmente em operações de transporte de contêineres, em que um determinado navio programado para uma viagem específica deixa de realizar essa viagem planejada. Em vez disso, o navio fica inativo durante aquela rota, resultando na ausência de carga em um ou mais portos.

Existem várias razões pelas quais uma companhia de navegação pode optar por realizar um blank sailing:

  1. Baixa demanda de carga: Quando a demanda por transporte de carga não atende às expectativas, as companhias de navegação podem optar por cancelar uma viagem programada para evitar prejuízos financeiros decorrentes da operação de um navio com capacidade insuficientemente utilizada.
  2. Ajustes sazonais: Algumas rotas de transporte marítimo experimentam flutuações sazonais significativas na demanda de carga. Por exemplo, durante períodos de baixa temporada, como feriados ou recessões econômicas, as companhias podem realizar blank sailings para se adaptar à queda na demanda.
  3. Otimização de frota: As companhias de navegação podem usar blank sailings como parte de sua estratégia de gestão da frota para otimizar a eficiência operacional. Isso pode incluir a realização de manutenção programada em navios ou a redistribuição estratégica de embarcações em diferentes rotas.
  4. Redução de custos: Em algumas situações, cancelar uma viagem programada pode ser uma medida para reduzir custos operacionais, como despesas com combustível e pessoal, quando a demanda não justifica o prosseguimento da viagem.
  5. Adaptação a eventos imprevistos: Eventos imprevistos, como problemas técnicos com um navio, condições meteorológicas adversas ou problemas de segurança, podem forçar uma companhia de navegação a realizar um blank sailing para garantir a segurança da carga e da tripulação.

O blank sailing pode afetar as cadeias de suprimento e o planejamento logístico das empresas que dependem do transporte marítimo para seus produtos. Portanto, as companhias de navegação geralmente comunicam ativamente com seus clientes e parceiros logísticos sobre qualquer blank sailing planejado, para minimizar os impactos e encontrar soluções alternativas de transporte quando necessário. Essa prática faz parte da natureza dinâmica da indústria de transporte marítimo, onde as decisões são frequentemente tomadas com base na flutuação da demanda e nas condições de mercado.

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Navio graneleiro https://datamarnews.com/pt/navio-graneleiro/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=navio-graneleiro Wed, 25 Oct 2023 21:10:38 +0000 https://datamarnews.com/?p=44117 Um navio graneleiro, também conhecido como cargueiro a granel, é um tipo específico de embarcação projetada para transportar grandes quantidades de carga seca a granel. Essa carga seca a granel pode ser composta por diversos tipos de mercadorias, como grãos, minérios, carvão, minério de ferro, petróleo cru, fertilizantes, entre outros. A característica distintiva dos navios graneleiros é a sua capacidade de transportar grandes volumes de mercadorias sem a necessidade de embalagens individuais, como sacos ou recipientes.

Aqui estão algumas características e elementos essenciais de um navio graneleiro:

  1. Porões: Os navios graneleiros possuem porões espaçosos que são projetados para acomodar a carga a granel. Esses porões são divididos em compartimentos que permitem uma distribuição uniforme da carga.
  2. Aberturas de carga: Na parte superior dos porões, existem aberturas de carga por onde a carga é carregada e descarregada. Normalmente, essas aberturas são cobertas por escotilhas que podem ser abertas e fechadas conforme necessário.
  3. Calhas e esteiras transportadoras: Dentro dos porões, há calhas e esteiras transportadoras que ajudam a mover a carga da abertura de carga até o local de armazenamento adequado no porão. Isso é especialmente importante quando se trata de carga a granel, pois agiliza o processo de carregamento e descarregamento.
  4. Estruturas reforçadas: Devido ao peso significativo da carga, os navios graneleiros são construídos com estruturas reforçadas para suportar as pressões e tensões causadas pela carga a granel.
  5. Capacidade de carga: A capacidade de carga de um navio graneleiro varia amplamente, dependendo do tamanho e do design da embarcação. Alguns navios podem transportar milhares de toneladas de carga seca a granel.
  6. Especialização: Existem navios graneleiros especializados projetados para cargas específicas, como grãos ou minérios. Essas embarcações são adaptadas para atender às necessidades específicas de cada tipo de carga.

Os navios graneleiros desempenham um papel crucial no comércio internacional, permitindo o transporte eficiente de matérias-primas e produtos acabados pelo mundo. Eles são uma parte essencial da cadeia de abastecimento global e desempenham um papel fundamental no fornecimento de alimentos, minerais e outros recursos essenciais em todo o mundo.

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Carga a granel https://datamarnews.com/pt/carga-a-granel/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=carga-a-granel Wed, 25 Oct 2023 20:58:28 +0000 https://datamarnews.com/?p=44112 Carga a granel é um termo utilizado na logística e transporte para descrever um tipo de mercadoria que é movimentada e transportada sem a necessidade de embalagens individuais. Em vez disso, os materiais a granel são manuseados e transportados em grandes quantidades, geralmente em sua forma natural ou bruta. Essa abordagem é amplamente empregada em diversos setores da indústria e é especialmente comum na movimentação de matérias-primas e produtos de base.

Existem dois tipos principais de carga a granel:

  1. Carga sólida a granel: Isso inclui materiais como minérios, grãos, minerais, areia, carvão, pedra britada, cimento, entre outros. Esses materiais são despejados diretamente nos porões de navios, vagões ferroviários, caminhões ou silos, sem a necessidade de embalagens. A carga sólida é frequentemente movimentada usando equipamentos de transporte especializados, como correias transportadoras, caminhões basculantes, pás mecânicas e guindastes.
  2. Carga líquida a granel: Esse tipo de carga engloba líquidos, como petróleo bruto, produtos químicos líquidos, álcool, sucos, óleos vegetais, entre outros. Esses líquidos são transportados em grandes volumes em tanques especializados, como navios-tanque, vagões-tanque ferroviários ou caminhões-tanque. A carga líquida é frequentemente bombeada para dentro e para fora dos recipientes de transporte.

A carga a granel oferece várias vantagens para as empresas e indústrias. Algumas das principais vantagens incluem:

  1. Eficiência de custos: Elimina a necessidade de embalagens individuais, reduzindo os custos associados à produção, manuseio e transporte.
  2. Maior capacidade de transporte: Permite o transporte de grandes quantidades de mercadorias em uma única viagem, otimizando a capacidade dos veículos e recipientes de transporte.
  3. Velocidade de carga e descarga: O manuseio de carga a granel pode ser mais rápido do que lidar com produtos embalados, o que ajuda a economizar tempo nas operações de carga e descarga.
  4. Minimização de resíduos: Reduz o desperdício de embalagens, contribuindo para uma pegada ambiental mais baixa em algumas situações.

No entanto, também existem desafios associados à carga a granel, incluindo questões de segurança, controle de qualidade e manuseio delicado de certos materiais sensíveis. Além disso, é importante considerar os regulamentos de transporte e manuseio de produtos a granel, especialmente quando se trata de substâncias perigosas.

Em resumo, a carga a granel se refere à movimentação e ao transporte de mercadorias em sua forma natural ou bruta, sem embalagens individuais. É uma prática amplamente adotada em diversos setores industriais e desempenha um papel fundamental na economia global, facilitando o transporte eficiente de matérias-primas e produtos em grande escala.

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Bacia de Evolução ou Bacia de Manobras https://datamarnews.com/pt/bacia-de-evolucao-ou-bacia-de-manobras/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=bacia-de-evolucao-ou-bacia-de-manobras Wed, 25 Oct 2023 20:55:04 +0000 https://datamarnews.com/?p=43921 A Bacia de Evolução é uma infraestrutura marítima essencial para a operação segura de navios, particularmente aqueles de grande porte, como navios de carga, petroleiros e navios de passageiros. Este recurso é uma parte crucial dos portos e áreas de ancoragem, e seu principal propósito é permitir que os navios realizem manobras de viragem seguras, controladas e precisas.

A principal característica de uma bacia de manobras é a sua área aberta de água, geralmente de forma circular ou retangular, que oferece espaço suficiente para que um navio possa inverter sua direção ou realizar curvas sem risco de colisão com outros navios, embarcações ou estruturas portuárias. Essa área ampla permite que os capitães e pilotos de navios testem e aprimorem suas habilidades de manobra, bem como conduzam manobras de atracação e desatracação com segurança.

Aqui estão alguns aspectos-chave de uma bacia de manobras:

  1. Espaço Adequado: A área da bacia é dimensionada para acomodar até mesmo os maiores navios, permitindo que eles girem completamente ou revertam a direção com margem de segurança.
  2. Profundidade Controlada: A profundidade da água na bacia é mantida em níveis apropriados para garantir que os navios tenham a folga necessária sob a quilha para evitar encalhes ou danos ao casco.
  3. Sinalização Náutica: Sinais náuticos, como boias, faróis e marcações, são frequentemente instalados ao redor da bacia para orientar os navegadores e indicar as áreas de entrada e saída.
  4. Treinamento e Testes: A bacia de manobras é usada para treinar pilotos e tripulações de navios, permitindo que eles pratiquem manobras complexas e melhorem suas habilidades de navegação.
  5. Segurança: Ter uma bacia de manobras disponível reduz o risco de colisões acidentais e ajuda a evitar danos aos navios, infraestrutura portuária e, o mais importante, vidas humanas.
  6. Simulação de Situações Reais: Durante os exercícios de treinamento, as condições ambientais e marítimas podem ser simuladas para expor as equipes a desafios semelhantes aos que podem enfrentar em situações reais.

Em resumo, bacia de evolução é uma parte crítica das operações portuárias, fornecendo um espaço seguro e controlado onde os navios podem manobrar, treinar e realizar operações de atracação e desatracação com eficácia. É uma peça fundamental da infraestrutura que contribui para a segurança e eficiência das operações marítimas em portos e áreas de ancoragem ao redor do mundo.

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Armador https://datamarnews.com/pt/armador/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=armador Wed, 25 Oct 2023 20:51:20 +0000 https://datamarnews.com/?p=43821 Um armador, no contexto marítimo e de transporte, é uma entidade ou empresa responsável pela operação e gestão de navios mercantes e embarcações comerciais. A função de um armador é essencial para a indústria de transporte marítimo, pois eles desempenham um papel central na organização e no funcionamento das operações de navegação. Aqui estão os principais aspectos que explicam o que é um armador:

  1. Propriedade e Operação de Navios: Um armador é frequentemente o proprietário ou operador de navios. Eles podem possuir a embarcação diretamente ou alugá-la de terceiros para uso em rotas específicas ou tipos de carga.
  2. Gestão da Frota: Os armadores são responsáveis por gerenciar e manter sua frota de navios. Isso inclui a manutenção regular, reparos, inspeções, e garantir que os navios cumpram as regulamentações de segurança marítima.
  3. Tripulação e Recursos Humanos: Os armadores contratam e gerenciam a tripulação dos navios, incluindo capitães, marinheiros, engenheiros e outros profissionais necessários para operar as embarcações de maneira segura e eficiente.
  4. Logística e Agenciamento: Eles cuidam da logística das operações marítimas, incluindo a programação de viagens, a escolha de rotas e portos, bem como a coordenação de carregamento e descarregamento de carga.
  5. Documentação e Regularização: Armadores lidam com toda a documentação necessária para o transporte de mercadorias, incluindo declarações alfandegárias, seguros e registros marítimos.
  6. Negociações e Contratos: Eles negociam contratos de fretamento com empresas que desejam usar seus navios para transporte. Isso pode envolver fretamento a longo prazo, fretamento por viagem única ou outros acordos específicos.
  7. Gestão de Riscos: Os armadores também gerenciam os riscos associados às operações marítimas, incluindo riscos de segurança, ambientais e comerciais.
  8. Conformidade com Regulamentações: É responsabilidade dos armadores garantir que suas operações estejam em conformidade com as leis e regulamentos marítimos internacionais e nacionais, bem como com as normas de segurança e proteção ambiental.
  9. Carga e Descarga: Eles supervisionam o processo de carga e descarga de mercadorias nos navios, garantindo que isso seja feito de forma eficiente e segura.
  10. Administração Financeira: Armadores gerenciam os aspectos financeiros das operações marítimas, incluindo orçamentos, despesas operacionais, receita de fretes e investimentos em novas embarcações.

Em resumo, um armador desempenha um papel fundamental na indústria de transporte marítimo, sendo responsável por toda a gestão e operação de navios mercantes. Eles são vitais para o comércio global, permitindo o transporte eficiente de mercadorias em todo o mundo e desempenhando um papel crucial na economia global.

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Armazém Alfandegado https://datamarnews.com/pt/armazem-alfandegado/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=armazem-alfandegado Wed, 25 Oct 2023 20:47:27 +0000 https://datamarnews.com/?p=43814 Um armazém alfandegado é uma instalação essencial no comércio internacional e desempenha um papel crucial na gestão eficiente das mercadorias que entram e saem de um país. Este tipo de armazém desempenha um papel fundamental na manutenção da integridade das fronteiras de um país, garantindo o cumprimento das leis alfandegárias e regulamentos de importação e exportação.

O que é um Armazém Alfandegado?

Um armazém alfandegado, também conhecido como armazém aduaneiro, é uma instalação de armazenamento autorizada pelas autoridades alfandegárias de um país para o armazenamento de mercadorias importadas ou destinadas à exportação. Esses armazéns são geralmente localizados em áreas próximas a portos, aeroportos ou pontos de entrada fronteiriços, a fim de facilitar a logística de importação e exportação. Eles são projetados para garantir que as mercadorias sejam armazenadas em condições seguras e sob controle estrito das autoridades alfandegárias.

Como Funciona um Armazém Alfandegado?

O funcionamento de um armazém alfandegado envolve uma série de procedimentos rigorosos para garantir o cumprimento das leis e regulamentos alfandegários. Aqui estão os principais aspectos de como um armazém alfandegado opera:

  1. Recepção de Mercadorias: As mercadorias importadas ou destinadas à exportação são entregues ao armazém alfandegado. Cada lote de mercadorias é cuidadosamente documentado e registrado pelas autoridades alfandegárias.
  2. Armazenamento Seguro: As mercadorias são armazenadas em condições controladas para garantir sua integridade e segurança. Isso pode incluir controle de temperatura, umidade e outros fatores ambientais, dependendo do tipo de mercadoria.
  3. Controle Alfandegário: As autoridades alfandegárias têm acesso ao armazém para inspecionar as mercadorias a qualquer momento. Isso garante que todas as mercadorias estejam em conformidade com as regulamentações alfandegárias.
  4. Documentação e Pagamentos: Todos os documentos alfandegários, como declarações de importação, exportação e pagamento de impostos e tarifas, são cuidadosamente gerenciados no armazém alfandegado.
  5. Distribuição: Após a liberação pelas autoridades alfandegárias, as mercadorias podem ser distribuídas para o mercado interno ou exportadas para outros países.

A Importância dos Armazéns Alfandegados

Os armazéns alfandegados desempenham um papel crucial na economia global por várias razões:

  1. Controle Aduaneiro: Eles permitem que os governos controlem rigorosamente o movimento de mercadorias através das fronteiras, garantindo que todas as regulamentações e impostos sejam aplicados corretamente.
  2. Facilitação do Comércio Internacional: Ao fornecer instalações de armazenamento seguras e eficientes, os armazéns alfandegados promovem o comércio internacional, facilitando o movimento de mercadorias entre países.
  3. Redução de Riscos: O armazenamento em um ambiente controlado minimiza o risco de danos às mercadorias, o que é especialmente importante para produtos perecíveis ou sensíveis.
  4. Apoio à Logística: Eles desempenham um papel fundamental na cadeia de suprimentos global, garantindo que as mercadorias estejam disponíveis quando necessário.
  5. Arrecadação de Receitas: Através da cobrança de tarifas e impostos, os armazéns alfandegados contribuem para a arrecadação de receitas governamentais.

Em resumo, os armazéns alfandegados desempenham um papel crucial na gestão do comércio internacional, garantindo o cumprimento das leis e regulamentos alfandegários e contribuindo para a fluidez das operações comerciais em escala global. Eles representam uma peça vital na complexa engrenagem que sustenta a economia global.

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Balança Comercial https://datamarnews.com/pt/balanca-comercial/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=balanca-comercial Wed, 25 Oct 2023 20:20:00 +0000 https://datamarnews.com/?p=38816 Overview

Balança Comercial de um país é a diferença entre exportações e importações em um determinado período (como um mês, trimestre ou ano). Geralmente é expressa em termos de valor, medida em dólares americanos. No entanto, é possível extrapolar o conceito de balança comercial para expressar o comércio em volume, peso ou mesmo quantidade de contêineres.

A fórmula para calcular a Balança Comercial é a seguinte: valor das exportações – valor das importações = Balança Comercial.

Os países, em sua maioria, são exportadores e importadores. Eles exportam bens que têm em abundância para outros países, enquanto importam bens que são escassos no mercado interno.

Bens e serviços

As exportações e importações podem ser divididas em bens e serviços e, às vezes, podem ser expressas em dois números separados. Podemos supor que bens se referem a itens físicos, enquanto serviços se referem a itens não físicos.

Normalmente, as importações e exportações de um país não são exatamente iguais, levando a um superávit ou a um déficit comercial.

Se um país exporta mais bens e serviços do que importa, tem um superávit comercial. Por outro lado, se um país importa mais bens e serviços do que exporta, tem um déficit comercial.

Déficits comerciais podem ter origem em diversas situações. Por exemplo, uma das razões pelas quais ocorrem déficits comerciais é a taxa de câmbio supervalorizada ou subvalorizada. Isso faz com que as exportações fiquem mais caras e as importações mais baratas, ou vice-versa.

Outra razão pela qual podem ocorrer déficits é que a população de determinado país tenha uma taxa de consumo muito alta, com muitos gastos e poucas economias, o que incentiva os gastos com importações em detrimento das exportações.

Percepções de Défict Comercial

Muitas vezes, as pessoas acreditam que os déficits comerciais podem ter alguns impactos negativos. Eles podem sugerir que a economia não é competitiva e exportar menos do que se importa indica que a economia está desequilibrada. o que incentiva o consumo em detrimento da poupança, do investimento e das exportações; pode levar a desvalorizações futuras da taxa de câmbio para restabelecer o equilíbrio.

Contudo, ao contrário da crença popular, a balança comercial de um país não indica necessariamente seu desempenho econômico. Na verdade, os saldos comerciais por si só fornecem pouca indicação sobre o desempenho de uma economia. Os economistas concordam que nem um “excedente” comercial nem um “déficit” são inerentemente “ruins” nem “bons” para a economia. Os défictis comerciais podem beneficiar um país ao fazer crescer a economia e melhorar os padrões de vida.

Os Estados Unidos, por exemplo, têm um déficit comercial desde a década de 1970. Os economistas concluem que o comércio cria benefícios e custos econômicos; no entanto, o efeito líquido de longo prazo sobre a economia é positivo. Além disso, um déficit comercial não se correlaciona com perdas de empregos mais significativas. Por exemplo, quando os Estados Unidos tentaram reduzir seu déficit comercial com a China, os empregos na indústria americana não aumentaram. Um relatório do CRS afirmou que o déficit comercial tem um papel relativamente limitado a desempenhar na economia geral dos EUA.

Para avaliar adequadamente a economia de um país, é importante considerar as políticas comerciais, o tamanho do desequilíbrio comercial e a duração de um saldo comercial positivo ou negativo.

Datamar

A Datamar processa dados de importações e exportações de todos os países da Costa Leste da América do Sul. Com as informações fornecidas pelo Datamar, é possível calcular a Balança Comercial em termos de volume, peso ou quantidade de contêineres desses países. A empresa tem parceria com a comunidade marítima e de comércio exterior para garantir que todas as partes que precisam de informações comerciais possam acessá-las prontamente. Isso tem vários objetivos, como fornecer informações sobre as economias dos países.

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Transportador Comum Não-Proprietário de Navios (NVOCC) https://datamarnews.com/pt/transportador-comum-nao-proprietario-de-navios-nvocc/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=transportador-comum-nao-proprietario-de-navios-nvocc Mon, 27 Mar 2023 21:19:44 +0000 https://datamarnews.com/?p=25086 Um Transportador Comum Não-Proprietário de Navios, também conhecido como NVOCC, por sua sigla em inglês, é uma classificação de agentes de carga que transportam mercadorias sem possuir navios próprios.

Tipicamente, os NVOCC realizam o transporte de pequenos volumes de carga que são agrupadas conjuntamente em um só contêiner. Este processo é conhecido como unitização dentro do mundo do comércio marítimo.

Os serviços ofertados pelos NVOCC surgiram em decorrência do aumento mundial do uso de contêineres. Logisticamente, é mais simples arcar com as implicações do embarque de cargas conteinerizadas do que de lidar com o transporte de volumes fracionados. Entretanto, no passado, os pequenos importadores e exportadores, que comercializam pequenos lotes apenas, não possuíam essa alternativa visto que o transporte de volumes reduzidos não pagava a utilização do espaço do contêiner. Assim, para suprir esta necessidade do mercado, surgiram os NVOCC que, ao realizar a unitização, compram espaços nos navios porta-contêiner para embarcar as cargas consolidadas de seus diversos clientes.

Dentre as vantagens decorrentes da contratação dos serviços de transporte de um NVOCC estão a redução de custos, otimização das operações e redução das avarias e roubos de cargas.

Vale lembrar que todos os transportadores comuns não-proprietários de navios ficam responsáveis por contratar o frete marítimo do transportador, realizar o pagamento das taxas portuárias e emitir o conhecimento de embarque (ou Bill of Lading) para cada carga trabalhada, tornando-os basicamente armadores que não possuem frota própria.

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Glossário de Termos de Comércio Exterior e Navegação https://datamarnews.com/pt/glossario-de-termos-de-comercio-exterior-e-navegacao/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=glossario-de-termos-de-comercio-exterior-e-navegacao Mon, 27 Mar 2023 14:20:52 +0000 https://datamarnews.com/?p=38780 A

Acordo bilateral – acordo comercial entre dois países ou mais que possibilita o tráfego de mercadoria com reduções nas tributações alfandegárias na importação.

AFRMM –  sigla para Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante.

Aladi – Associação Latino-Americana de Integração. Congregação de países que têm como objetivo o estabelecimento de um mercado comum latino-americano, formada por: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Cuba, Equador, México, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela.

Agente de Carga – serviço que visa otimizar processos logísticos, especialmente no transporte internacional de cargas.  O profissional ou empresa que presta este serviço geralmente não é o dono dos veículos que serão usados para o transporte da mercadoria. Porém, o agente de cargas faz a mediação entre empresas (exportadoras e importadoras) e transportadoras, cias marítimas, linhas aéreas, etc.

Armazém alfandegado – armazém onde mercadorias importadas ficam guardadas até que sejam desembaraçadas

Armador – é a pessoa física ou jurídica que por sua própria conta e risco, equipa, mantém e explora comercialmente a navio mercantil. Pode ser proprietário, sócio ou afretador do navio. Exemplos de armadores de comércio exterior são: Maersk Line, CMA CGM, Hamburg Sud, etc.

AWB – é a sigla de Air Way Bill, conhecimento de embarque aéreo.

B

Bacia de Evolução: área especial, fronteiriça às instalações de acostagem, destinada às manobras de navios nos portos.  (Maneuvering Basin/Turning Basin)

Bulk Carrier – navio graneleiro, ou seja, próprio para o transporte de cargas à granel.

Bulk Container – Contêiner graneleiro, ou seja, próprio para o transporte de cargas à granel.

Bloco K do Sped – é a versão digital do livro eletrônico de Registro de Controle da Produção e do Estoque.

Balança comercial –  é a união das contas importação e exportação de um país. Além disso, é um importante indicador econômico que representa muito sobre a situação do país.

Bill of Lading (BL) = Conhecimento de embarque marítimo. Documento legal emitido por uma transportadora para um remetente que detalha o tipo, a quantidade e o destino das mercadorias transportadas.

Blank sailing = omissão de escalas em portos/navios. É um termo utilizado por armadores para divulgar que o navio não atracará em determinado porto ou região. Quando isso acontece, as cargas de exportadores permanecem no pátio do terminal e as cargas dos importadores ficam no navio.

Break bulk = cargas soltas

Bunker = combustível para navios

C

Cabotagem – Navegação doméstica (pela costa do País).

Calado: medida da quilha do navio a linha d’água, capacidade de imersão do casco do navio.

Capatazia – é a taxa de movimentação de cargas em um porto. Além disso, é uma taxa utilizada como base de cálculo para impostos na importação.

Carga a granel – é um termo utilizado na logística e transporte para descrever um tipo de mercadoria que é movimentada e transportada sem a necessidade de embalagens individuais.

Certificado de Origem – é a certificação de origem da carga, apresentada na alfândega de acordos bilaterais que possibilita redução de alíquotas na importação.

Collect – é a expressão usando para quando o frete internacional será pago no destino.

Contêiner – Equipamento de metal no formato de uma grande caixa, que serve para o transporte de diversos materiais, fazendo assim uma unitização de cargas, que ao estarem acondicionados no seu interior, não sofrem danos durante o percurso e nem em caso de transbordo para outros modais.

CFR – É incoterm cuja sigla significa Cost and Freight ou Custo e Frete.

CIF – É incoterm cuja sigla significa Cost, Insurance and Freight ou Custo, Seguro da Carga e Frete.

CIP – É incoterm cuja sigla significa Cariage and Insurance Paid To ou Transporte e Seguro Pagos Até.

CPT – É incoterm cuja sigla significa Cariage Paid To ou Transporte Pago Até.

Cubagem – é a relação peso/espaço que a mercadoria ocupa. Materiais de grandes dimensões e pouco peso costumam ser cubados. Medição espacial ou cúbica da carga, que substitui o peso no cálculo do frete de cargas leves e volumosa.

D

Demurrage/overstay = Sobrestadia. Retenção do navio no porto por tempo além do concedido para descarga

DAP — É incoterm cuja sigla significa Delivered At Place — Entregue No Local (local de destino nomeado)

DDP – É incoterm cuja sigla significa Delivered Duty Paid ou Entregue com Taxas Pagas.

Déficit – Se as importações forem maiores que as exportações, a balança comercial se torna negativa e gera um déficit na Economia, pois significa que o país está comprando mais do que está vendendo;

Desova – é o ato de retirada de mercadoria do contêiner.

Despacho aduaneiro de importação – é o procedimento mediante o qual é verificada a exatidão dos dados declarados pelo importador em relação às mercadorias importadas, aos documentos apresentados e à legislação específica, com vistas ao seu desembaraço aduaneiro.

Despacho Aduaneiro de Exportação – é o procedimento fiscal mediante o qual se processa o desembaraço aduaneiro da mercadoria destinada ao exterior, seja ela exportada a título definitivo ou não.

Divisas – moeda conversível no âmbito internacional (Dólar e Euro)

DPU — É incoterm cuja sigla significa Delivered At Place Unloaded — Entregue No Local Desembarcado (Local de destino nomeado)

Draft – é o rascunho do conhecimento de embarque. Documento disponível ainda para correções.

Drawback – é um regime aduaneiro especial que consiste na suspensão ou isenção de tributos incidentes dos insumos importados e/ou nacionais vinculados a um produto a ser exportado.

Duimp – A sigla se refere à Declaração Única de Importação. O documento é eletrônico e foi proposto como a possibilidade de centralizar todas as informações e os dados do processo na importação de mercadorias.

E

EADI – é um terminal alfandegário de uso público, localizado num porto seco, em zona secundária. Geralmente, situada em área alfandegária sem proximidade com o mar. Costumam oferecer serviços de desembaraço aduaneiro, entrepostagem, desova, movimentação de contêineres e cargas em geral, destinadas à exportação ou importação.

Estufagem – preenchimento do contêiner com mercadoria.

ETA – Expressão do transporte marítimo, que significa dia da atracação (chegada).

ETS – Expressão do transporte marítimo, que significa dia da saída (zarpar).

EUR – sigla para Euro, moeda europeia.

Exportação – saída de mercadorias e entrada de divisas no país

Ex tarifário – consiste na redução temporária da alíquota do imposto de importação de bens de capital e de informática e telecomunicação, assim grafados na Tarifa Externa Comum do Mercosul, quando não houver a produção nacional equivalente.

EXW – Ex Works – Na Origem (local de entrega nomeado)

 

F

Freighter = navio cargueiro

Freight Forwarder = agente de carga. Responsáveis pela logística pré e pós transporte, como por exemplo… transporte da carga até o porto, etc.

FAS – Free Alongside Ship – Livre Ao Lado Do Navio (porto de embarque nomeado)

FCA – Free Carrier – Livre No Transportador (local de entrega nomeado)

Flatbed – Se trata de uma cama de Flat Rack. O transporte de cargas Breakbulk, em alguns casos, também pode ser feitos em navios de contêiner.

FOB – Free On Board – Livre A Bordo (porto de embarque nomeado)

Freight Collect – Frete a cobrar, ou seja, a pagar. Pode ser pago em qualquer lugar, porém, em regra, é pago no destino.

Freight Payable at Destination – Semelhante ao freight collect, porém, só pode ser pago no destino.

Freight Prepaid ou Freight Paid – Frete pré-pago ou frete pago. Diz-se do frete, em regra, pago na origem, por ocasião do embarque dos bens.

Full container load (FCL) = Carga Total de Contêiner

 

G

GR – cálculo de armazenagem do terminal de cargas.

H

HAWB (House Airway Bill) – Conhecimento Aéreo emitido pelo Consolidador da carga.

I

ICC (International Chamber of Commerce) – Câmara Internacional de Comércio.

ICMS – sigla de imposto sobre circulação de mercadoria e serviços.

IMO – Organização Marítima Internacional

Incoterms –  é um termo em inglês que é a abreviatura de International Commercial Terms, que em português significa “Termos Internacionais de Comércio”.

Inmetro – Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia – Inmetro – é uma autarquia federal, vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, que atua como Secretaria Executiva do Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial.

IMPORTAÇÃO – entrada de mercadorias e saída de dívidas do país.

Importador – Pessoa física ou jurídica responsável pela entrada, no território nacional, de material para pesquisa científica e tecnológica.

ISO (International Standards Organization) – Organização internacional que estabelece normas e padrões técnicos seguidos internacionalmente, como p.ex. as medidas legais dos contêineres no comércio mundial.

IPI –  O Imposto sobre Produtos Industrializados, regulamentado pelo Decreto 4.544/2002, é um imposto federal, que incide sobre produtos industrializados, nacionais ou importados. A alíquota aplicada varia conforme o produto.

J

JOB LOT – lote negociável de mercadorias.

K

Kaizen – processo de melhorias contínuas, com bom senso e baixos investimentos.

L

LI – Licença de importação imposta pelos órgãos anuentes para a importação de determinadas mercadorias que devem sofrer algum tipo de controle.

Logística Reversa ou Inversa – No mercado é considerada como o caminho que a embalagem toma após a entrega dos materiais, no sentido da reciclagem das mesmas, nunca voltando para a origem.

LPCO – Licenças, Permissões, Certificados e Outros – O LPCO veio para ser a nova forma de se comunicar com os órgãos anuentes do comex responsáveis pela emissão de licenças, permissões, certificados e outros documentos de exportação, a fim de atender algumas restrições ou exigências especiais de tratamento administrativo

Lashing = Peação. A peação previne a movimentação de contêineres durante o transporte.

LCL (Less than container load): termo em inglês para quando o contêiner é estufado parcialmente pelo armador

Liner service =  serviços de transportes marítimos regulares

M

Manifesto de carga – Documento ou informação prestada pela companhia aérea, via sistema Siscomex-Mantra, informando previamente à Receita Federal do Brasil as características da carga (peso, volumes, natureza, consignatário, entre outras) contidas em um voo.

Mantra – é o Sistema Integrado de Gerência do Manifesto, do Trânsito e do Armazenamento.

Marinha mercante – é o conjunto das organizações, pessoas, embarcações e outros recursos dedicados às atividades marítimas, fluviais e lacustres de âmbito civil.

Metros cúbicos ou CBM – combinação entre comprimento, largura e altura multiplicados. Possibilita saber o tamanho da carga.

Mercosul (Mercado Comum do Sul) – Objetiva a integração econômica e comercial entre seus parceiros – Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai.

Modais de Transporte – são os tipos/meios de transporte existentes. São eles: marítimo: (feito pelo mar), ferroviário (feito por ferrovias), rodoviário (feito por rodovias), hidroviário (feito em rios), dutoviário (feito pelos dutos) e aeroviário (feito de forma aérea).

Moega: instalação portuária especialmente aparelhada para a movimentação de determinados graneis sólidos. É uma máquina metálica disponível para o recebimento de grãos a granel – mesmo depois de triturados

N

Navio graneleiro – tipo específico de embarcação projetada para transportar grandes quantidades de carga seca a granel.

NCM – “Nomenclatura Comum do Mercosul” e trata-se de um código de oito dígitos estabelecido pelo Governo Brasileiro para identificar a natureza das mercadorias.

NVOCC (Non-Vessel Operating Common Carrier). É um transportador marítimo que não possui ou opera navios. Consolida diversos pequenos volumes de carga em contêiner, fazendo a unitização.

Non-operating reefer (NOR): contêiner reefer (refrigerado) desligado.

O

Ovação – é o ato de colocar a carga no contêiner.

Over weight – excesso de peso em proporção a metragem cúbica ou CBM.

Outbound – Fluxos da fábrica para o concessionário.

 

P

Packing List – Documento internacional com detalhes técnicos, dimensões e peso da mercadoria.

Palete – plataforma unitizadora que permite união de várias caixas para poder ter movimentação de apenas um volume.

PIS – sigla para Programa de Integração Social, uma contribuição tributária de caráter social, que tem como objetivo financiar o pagamento do seguro-desemprego.

Prático – responsável por manobrar o navio quando chega a região portuária.

Prepaid – frete pago na origem.

Proforma invoice – rascunho disponível para correção da Fatura Comercial.

Q

Quality Certificate – Certificado de Qualidade, documento emitido pelo superintendente de carga, certificando à parte interessada, a realização do controle e apuração da qualidade da mercadoria, embarcada ou descarregada.

R

RADAR – O Registro e Rastreamento da Atuação dos Intervenientes Aduaneiros.

RFB – é a sigla para Receita Federal Brasileira.

Recof – Regime de Entreposto Industrial sob Controle Aduaneiro Informatizado – Permite que a empresa credenciada importe insumos com suspensão de impostos, sob controle aduaneiro, destinados à produção industrial de mercadorias a serem exportadas.

RO-RO: é toda carga autopropelida ou rebocável seja sobre esteiras ou pneus e transportada por navios especializados. O ponto forte deste serviço é a versatilidade, pois além das cargas rolantes, pode-se transportar uma vasta gama de cargas estáticas.

S

SDA – Sindicato dos Despachantes Aduaneiros.

Siscomex – sistema da RFB para comércio exterior.

Sistema Harmonizado de Descrição e Codificação de Mercadorias: geralmente denominado “Sistema Harmonizado” ou simplesmente “SH” (ou HS em inglês: Harmonized System), é uma nomenclatura internacional de produtos, desenvolvida pela Organização Mundial das Alfândegas (OMA). O Brasil utiliza esse sistema como base para a classificação de mercadorias na Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM).

Superávit – Quando as exportações são maiores que as importações, dizemos que a Balança está positiva, gerando um Superávit. Tal condição é excelente para o país, uma vez que significa que o produto nacional está sendo bem vendido lá fora.

T

TBRS – Tarifa Externas Comum

TETI: Transportador Estrangeiro de Trânsito Internacional

TEU (Twenty-Foot Equivalent Unit) – Termo usado para um container de 20 pés, pelo qual se é medida a capacidade de um navio porta contêineres em unidades equivalentes.

Transporte Intermodal – é a integração dos serviços de mais de um modo de transporte, com emissão de documentos independentes, onde cada transportador assume responsabilidade por seu transporte.

Transporte Multimodal – é a integração dos serviços de mais de um modo de transporte, utilizados para que determinada carga percorra o caminho entre o remetente e seu destinatário, entre os diversos modais existentes, sendo emitido apenas um único conhecimento de transporte pelo único responsável pelo transporte, que é o OTM – Operador de Transporte Multimodal.

Trânsito aduaneiro – Regime aduaneiro especial que permite o transporte de mercadoria no território nacional,sob controle aduaneiro, de um ponto a outro do território aduaneiro, com suspensão do pagamento de tributos.

U

USD – sigla para dólar

V

Voyage – Viagem (de longo curso), ida e/ou vinda de um navio para seu porto ou portos de destino. Cada viagem do navio implica no transporte de uma ou várias cargas, dependendo do tipo de operação do mesmo, porém este poderá eventualmente cobrir uma perna de viagem vazio (em lastro) até o seu porto de carregamento, no caso de afretamento por tempo, algo indesejável ao afretador.

W

W/M – taxa cobrada por metragem cúbica ou CBM.

Z

Zona primária – Área demarcada pela autoridade aduaneira nos portos, aeroportos e pontos de fronteira alfandegados.

Zona secundária – Compreende o território aduaneiro, com exclusão da zona primária, nela incluídas as águas territoriais e o espaço aéreo.

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