Grãos Archives - DatamarNews https://datamarnews.com/pt/category/graos/ East Coast South America Maritime and Logistics News and Analysis Wed, 08 Apr 2026 20:47:06 +0000 pt-BR hourly 1 https://datamarnews.com/wp-content/uploads/2021/04/cropped-DTNews_favcom-32x32.png Grãos Archives - DatamarNews https://datamarnews.com/pt/category/graos/ 32 32 Agro paulista movimenta mais de US$900 milhões com mercado indiano em 2025 https://datamarnews.com/pt/noticias/agro-paulista-movimenta-mais-de-us900-milhoes-com-mercado-indiano-em-2025/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=agro-paulista-movimenta-mais-de-us900-milhoes-com-mercado-indiano-em-2025 https://datamarnews.com/pt/noticias/agro-paulista-movimenta-mais-de-us900-milhoes-com-mercado-indiano-em-2025/#respond Tue, 07 Apr 2026 20:28:34 +0000 https://datamarnews.com/?post_type=noticias&p=69037 A Índia é o segundo maior destino comercial do agro paulista para o mercado asiático, atrás apenas da China e o quarto colocado no ranking geral. De acordo com os dados levantados pelo Instituto de Economia Agrícola (IEA-APTA) da Secretaria de Agricultura de São Paulo (SAA), em 2025, foram movimentadas cerca de 2 milhões de toneladas (t), o que representou um montante de US$906,5 milhões nas transações financeiras.

O produto mais encaminhado, com 76,8% de participação, ao país indiano foi o complexo sucroalcooleiro (US$696 milhões). Em seguida: o óleo de soja (US$89 milhões) e itens da indústria química de origem vegetal (US$33 milhões) respectivamente. “A excelência do agronegócio paulista reflete a profundidade e a complementaridade do comércio bilateral Índia-Brasil, que atingiu US$15,21 bilhões em 2025, com a agricultura sendo a base dessa relação e o principal motor de crescimento futuro, enquanto o estado de São Paulo se torna um exemplo claro desse potencial”, detalhou o Cônsul Geral da Índia, Hansraj Singh Verma.

Para o secretário da Secretaria de Agricultura e Abastecimento de SP, Geraldo Melo Filho, a exportação do agro tem se consolidado pela diversidade e principalmente pela excelência, proporcionando uma expansão estratégica dos acordos comerciais. “Temos ampliado nossa presença no mercado internacional com produtos de qualidade e competitividade, fortalecendo parcerias e abrindo novas oportunidades de negócios. A Índia tem um papel importante neste cenário e mostra o potencial de crescimento das exportações paulistas na Ásia”, destacou o secretário, Geraldo Melo Filho.

Crescimento na exportação de algodão paulista no mercado indiano

O destaque dos produtos agrícolas, exportados à Índia, ficou por conta do algodão, com um crescimento exponencial que chegou a incrível marca de 160%, passando de 5 mil toneladas para 15 mil toneladas, em um intervalo de apenas um ano.

Confira a seguir os principais produtos exportados através do Porto de Santos – o maior de São Paulo e do Brasil – em direção à India. Os dados foram obtidos e processados pelo time de inteligência de negócios da Datamar:

Principais Exportações à India | Jan-Fev 2026 | TEUS

Fonte: DataLiner (clique aqui para solicitar uma demonstração)

O CEO da VALIA Brazil, empresa especializada no comércio internacional de commodities e consultoria, Peter H. Burdzik, reforça não somente o potencial produtivo do Estado como a capacidade para atender às exigências do mercado externo. “Nos últimos anos, a produção paulista se consolidou como um fornecedor confiável para diferentes mercados. Ao mesmo tempo, é um mercado que muda rápido, então preço e questões geopolíticas acabam influenciando diretamente o ritmo das exportações”, afirmou o CEO Peter H. Burdzik.

A diretora executiva da Associação Paulista dos Produtores de Algodão – APPA, Marcella Wehrle, ressalta, principalmente, a expertise dos profissionais do setor como um diferencial do produto. “O conhecimento técnico dos produtores paulistas fortalece a competitividade e a sustentabilidade da cotonicultura. Esse conjunto posiciona o algodão paulista como referência em excelência no Brasil.  Essas características tornam o algodão paulista altamente competitivo e valorizado pela indústria têxtil”, disse Marcella Wehrle.

Fonte: Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo

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Brasil amplia exportações para a China com embarques de DDGS e farinha de vísceras de aves https://datamarnews.com/pt/noticias/brasil-amplia-exportacoes-para-a-china-com-embarques-de-ddgs-e-farinha-de-visceras-de-aves/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=brasil-amplia-exportacoes-para-a-china-com-embarques-de-ddgs-e-farinha-de-visceras-de-aves https://datamarnews.com/pt/noticias/brasil-amplia-exportacoes-para-a-china-com-embarques-de-ddgs-e-farinha-de-visceras-de-aves/#respond Tue, 07 Apr 2026 20:27:52 +0000 https://datamarnews.com/?post_type=noticias&p=69035 O Brasil avançou na ampliação de sua pauta exportadora para a China com as exportações das primeiras cargas de DDGS (grãos secos de destilaria com solúveis) e de farinha de vísceras de aves ao país asiático. Os embarques marcam a abertura e consolidação de novos fluxos comerciais entre os dois países.

O DDGS, coproduto da produção de etanol de milho, teve acesso ao mercado chinês autorizado em maio de 2025, após a conclusão das negociações sanitárias entre Brasil e China. Em novembro do mesmo ano, os primeiros estabelecimentos brasileiros foram habilitados a exportar o produto.

Como resultado, a primeira carga, com cerca de 62 mil toneladas, foi enviada e desembarcou no porto de Nansha, em Guangzhou, no sul da China.

Dados recentes de movimentação de contêineres mostram um mercado em pleno crescimento para às exportações de DDGS do Brasil (NCM: 23021000). Segundo os números obtidos pela Datamar para o período entre janeiro e fevereiro de 2026, os embarques brasileiros do produto cresceram 507,6% em relação ao mesmo período do ano anterior.

O gráfico a seguir detalha um levantamento do histórico das exportações de DDGS (NCM: 23021000) do Brasil para todos os destinos entre janeiro de 2023 e fevereiro de 2026:

Exportações de DDGS | Jan 2023 – Fev 2026 | TEUs

Fonte: DataLiner (clique aqui para solicitar uma demonstração)

Abertura de mercado impulsiona novos embarques

No caso da farinha de vísceras de aves, utilizada na alimentação animal, o envio da primeira carga ocorre após a abertura do mercado chinês em abril de 2023. A liberação permitiu a entrada do produto brasileiro no país asiático, ampliando as possibilidades comerciais para o setor.

O avanço nos embarques reflete a articulação entre governo e setor produtivo para viabilizar novos mercados e fortalecer a presença brasileira no comércio internacional de insumos e coprodutos agroindustriais.

Diversificação ganha força no comércio com a China

Os novos fluxos comerciais indicam um movimento de diversificação da pauta exportadora brasileira, tradicionalmente concentrada em commodities como soja, milho e carnes.

Com a entrada de produtos como DDGS e farinha de origem animal, o Brasil amplia sua atuação em segmentos ligados à nutrição animal e à cadeia de valor do agronegócio.

China segue como principal destino do agro brasileiro

A China mantém posição de destaque como principal destino das exportações do agronegócio brasileiro. Com população estimada em 1,4 bilhão de habitantes, o país segue como um mercado estratégico para o setor.

Em 2025, as exportações brasileiras de produtos agropecuários para o país asiático superaram US$ 55,3 bilhões, representando 32,7% de tudo o que foi embarcado pelo agronegócio nacional.

Fonte:  Feed&Food

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Número de empresas agroexportadoras cresce 60% em 10 anos https://datamarnews.com/pt/noticias/numero-de-empresas-agroexportadoras-cresce-60-em-10-anos/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=numero-de-empresas-agroexportadoras-cresce-60-em-10-anos https://datamarnews.com/pt/noticias/numero-de-empresas-agroexportadoras-cresce-60-em-10-anos/#respond Mon, 06 Apr 2026 20:39:25 +0000 https://datamarnews.com/?post_type=noticias&p=68987 Os sucessivos recordes das exportações agropecuárias brasileiras na última década ocorrem, também, pelo aumento do número de empresas exportadoras no setor. A quantidade de CNPJs de agropecuária com exportações cresceu de 1.440 em 2015 para 2.316 em 2025, um aumento de 60,8% em 10 anos. O levantamento é do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e inclui empresas de todos os tamanhos, desde MEIs, microempresas e pequenas até médias e grandes.

“A expansão da produção agrícola impulsiona a entrada de novas empresas na comercialização internacional de produtos tradicionais do setor e, também, a diversificação da pauta”, afirma Herlon Alves Brandão, diretor do Departamento de Estatísticas e Estudos de Comércio Exterior da pasta.

De acordo com ele, ao mesmo tempo, a adoção de tecnologias e o desenvolvimento de novas culturas ampliam as oportunidades de inserção, especialmente de pequenas empresas, no comércio exterior.

“Menores” puxam o crescimento
As categorias de empresas agro de menor porte (MEIs, micro e pequenas) com exportação tiveram crescimento substancialmente maior em relação às grandes e médias desde 2015.

“É um dado muito interessante e positivo, que indica não só o crescimento, mas também a formalização e profissionalização do setor agropecuário”, avalia Felippe Serigati, pesquisador da FGV Agro.

No período analisado, o número de microempresas e MEIs agroexportadoras saltou de 153 para 443 (+189,5%), enquanto o de pequenas avançou de 191 para 434 (+127,2%). Já entre médias e grandes, o total subiu de 1.096 para 1.439, crescimento de 31,3%.

As empresas de menor porte somam 877, ou 37,9% do total de agroexportadoras, contra 62,1% das médias e grandes. Há 10 anos, a participação das MEIs, micro e pequenas era de 23,9%, um aumento de 14 pontos percentuais.

“Isso também desmonta a falácia de que apenas grandes grupos do agronegócio exportam. Os pequenos também conseguem acessar. O que fica mais fácil com suporte adicional, seja da Apex ou de cooperativas”, comenta.

Segundo Serigati, o agro é heterogêneo e o mercado internacional tem espaço não só para grandes empresas, mas também para produtores de menor escala.

“Não é surpresa que tenhamos mais de 800 empresas de menor porte como exportadoras e também esse crescimento. Ouvimos muitos relatos sobre essa evolução”, afirma.

Apoio aos pequenos
Para o presidente da Agência Brasileira de Promoção das Exportações (ApexBrasil), Jorge Viana, a demanda global por segurança alimentar cresce, com forte dependência do Brasil.

“Além de fornecer commodities, os principais desafios do agro brasileiro são avançar na exportação de produtos com maior valor agregado e incluir pequenas empresas”, afirma.

Viana informa que a ApexBrasil atende 960 das 2,3 mil empresas agroexportadoras, cerca de 41% do total, índice acima do registrado em outros setores.

Entre os programas, ele cita o Exporta Mais Brasil, que traz compradores estrangeiros ao país e tem 27 edições previstas para 2026, com rodadas de negócios individualizadas e apoio de intérpretes. Em 2025, essas ações geraram cerca de R$ 1 bilhão em negócios com produtos como cafés especiais, mel, castanhas, madeira e pulses. “Fazemos um trabalho de inteligência para encontrar compradores e trazê-los ao Brasil”, explica.

A estratégia inclui a participação de cooperativas em eventos e feiras internacionais, além do Programa de Qualificação para Exportação (PEIEX). “Os grandes chegam rápido lá fora, mas é nos pequenos que precisamos dar suporte”, afirma.

Viana também destaca o e-commerce como porta de entrada para pequenos produtores. “É uma vitrine importante e vai crescer, mas ainda há obstáculos, como critérios regulatórios”, conclui.

Pauta diversificada
O portfólio de produtos agropecuários registrou aumento de 70% entre 2015 e 2025. O número de NCMs (Nomenclatura Comum do Mercosul) saltou de 225, em 2015, para 387, em 2025.

“Esse movimento se traduz no aumento e na diversificação da pauta exportadora”, afirma Brandão.

Há maior diversidade nas exportações de frutas, com inclusão de produtos como tangerinas, amêndoas, nectarina, pitaia e lichia, além da ampliação da pauta de verduras e leguminosas.

“Também se destaca a exportação de sementes para semeadura que antes não integravam a pauta, como nabo, rícino, mostarda e algodão”, cita.

Cenário
A agropecuária representou 6,9% das empresas exportadoras do país em 2025. Já a indústria de transformação respondeu por 81% do total, com 33.359 CNPJs. Dez anos antes, os percentuais eram 6,5% e 82%, respectivamente.

No faturamento, a agropecuária ampliou sua participação. Em 2015, as exportações do setor somaram US$ 35 bilhões (19,7% do total de US$ 177,8 bilhões).

Em 2025, esse valor mais que dobrou, atingindo US$ 77,4 bilhões, com participação de 23,9% sobre o total de US$ 323,6 bilhões. No período, o crescimento foi de cerca de 121%, com ganho de 4,2 pontos percentuais.

O levantamento considera apenas empresas exportadoras do segmento “dentro da porteira”, excluindo parte da agroindústria e outros elos do agronegócio.

Dados do MDIC apontam que as exportações do agro como um todo totalizaram US$ 169,2 bilhões em 2025, o equivalente a 48,5% do total exportado pelo país.

Fonte: Globo Rural

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Argentina prepara envio de seu primeiro carregamento de milho para a China em 15 anos https://datamarnews.com/pt/noticias/argentina-prepara-envio-de-seu-primeiro-carregamento-de-milho-para-a-china-em-15-anos/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=argentina-prepara-envio-de-seu-primeiro-carregamento-de-milho-para-a-china-em-15-anos https://datamarnews.com/pt/noticias/argentina-prepara-envio-de-seu-primeiro-carregamento-de-milho-para-a-china-em-15-anos/#respond Thu, 02 Apr 2026 20:08:57 +0000 https://datamarnews.com/?post_type=noticias&p=68954 A Cofco International informou que começou as preparações para o primeiro carregamento de milho da Argentina destinado à China, no que será o primeiro embarque desse tipo em mais de 15 anos, à medida que os dois países ampliam o comércio agrícola.

O acordo ocorre após a China liberar as importações de milho argentino em 2024 e em meio a uma safra recorde, cuja colheita começou recentemente no país. No ano passado, a China também comprou um carregamento raro de trigo argentino, o primeiro em décadas.

Entre janeiro e fevereiro de 2026, a Argentina exportou 1.164 TEUs de milho, segundo as informações obtidas pela Datamar.  Entre seus principais compradores estiveram a Colombia, Filipinas e Marrocos. Confira a seguir a evolução mês-após-mês dos embarques de milho, em contêineres, segundos os dados da disponibilizados na plataforma DataLiner.

Exportação de Milho | Argentina | Jan 2023 – Fev 2026 | TEUs

Fonte: DataLiner (clique aqui para solicitar uma demonstração)

O embarque de cerca de 34 mil toneladas de milho é realizado no terminal portuário da Cofco em Timbúes, na Argentina, e tem como destino o setor de ração animal chinês, informou a divisão de trading do grupo em comunicado divulgado nesta quarta-feira (1º).

“A carga reflete o crescente alinhamento entre os dois mercados e oferece uma origem adicional para compradores chineses”, disse a Cofco.

Os dois países mantêm uma relação comercial robusta sob a liderança do presidente Javier Milei, que chegou a prometer reduzir laços com Pequim caso fosse eleito.

A China tem recorrido cada vez mais à América do Sul para o comércio de grãos. Embora o país asiático tenha comprado milhões de toneladas de milho dos Estados Unidos no passado, também vem buscando diversificar suas cadeias de abastecimento de ração.

O afastamento das safras americanas se acelerou sob as políticas tarifárias do presidente Donald Trump.

O Brasil, potência agrícola, já é o principal fornecedor de soja da China e viu os embarques de milho crescerem após a liberação em 2022.

Neste ano, o país também enviou à China sua primeira carga de DDG (grãos secos de destilaria), subproduto do etanol de milho usado em ração animal.

Enquanto isso, nenhum milho dos Estados Unidos foi vendido à China na atual temporada, apesar de as exportações do maior exportador mundial de milho estarem em ritmo recorde neste ano.

Texto original de Dayanne Sousa e Jonathan Gilbert para Bloomberg Línea

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China flexibiliza regras sobre ervas daninhas em embarques de soja do Brasil https://datamarnews.com/pt/noticias/china-flexibiliza-regras-sobre-ervas-daninhas-em-embarques-de-soja-do-brasil/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=china-flexibiliza-regras-sobre-ervas-daninhas-em-embarques-de-soja-do-brasil https://datamarnews.com/pt/noticias/china-flexibiliza-regras-sobre-ervas-daninhas-em-embarques-de-soja-do-brasil/#respond Wed, 25 Mar 2026 20:00:08 +0000 https://datamarnews.com/?post_type=noticias&p=68609 A China decidiu flexibilizar as regras sobre a presença de sementes de ervas daninhas em cargas de soja importadas do Brasil, poucos dias após grandes tradings relatarem interrupções nos embarques e até suspensões de exportações para o país, após mudanças nas inspeções realizadas pelo Ministério da Agricultura brasileiro.

A medida está detalhada em um documento da Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA) do Ministério da Agricultura, publicado no sistema eletrônico de informações do governo federal. O documento menciona uma reunião com autoridades chinesas, na qual foi reconhecido que “não é possível atestar a ausência absoluta de sementes de ervas daninhas na soja, dadas as características da produção”.

Como resultado, o documento afirma que “as autoridades chinesas compreenderam e aceitaram que não será aplicado um critério de tolerância zero para a presença de ervas daninhas nos embarques de soja importados do Brasil e destinados ao consumo interno para processamento industrial”.

Confira a seguir um panorama histórico dos embarques brasileiros de soja para a China, medidos em Wet Metric Tons (WTMT), de janeiro de 2023 a janeiro de 2026:

Exportação de Soja à China | Jan 2023 – Jan 2026 | WTMT

Fonte: DataLiner (clique aqui para solicitar uma demonstração) 

A SDA também destacou que, como “ainda não há um parâmetro numérico oficial de tolerância, sendo a abordagem baseada na avaliação de risco e em medidas de mitigação adequadas ao destino do produto, o nível de tolerância estará sujeito a discussões bilaterais entre autoridades chinesas e brasileiras”.

Como já reportado pelo Valor, uma delegação do Ministério da Agricultura está na China nesta semana para tratar do tema. O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, afirmou em 17 de março que o Brasil irá propor a criação de um protocolo sanitário específico para o comércio de soja.

Com a flexibilização acordada, o documento da SDA afirma que “fica autorizada a certificação dos navios mesmo quando laudos laboratoriais confirmarem a presença de ervas daninhas, desde que outros requisitos sejam atendidos, incluindo a ausência de sementes tratadas e de insetos vivos, até que seja formalmente estabelecido um nível de tolerância para ervas daninhas”.

Fonte: Valor International

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Exportações de soja do Brasil devem superar 16 milhões de toneladas em março https://datamarnews.com/pt/noticias/exportacoes-de-soja-do-brasil-devem-superar-16-milhoes-de-toneladas-em-marco/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=exportacoes-de-soja-do-brasil-devem-superar-16-milhoes-de-toneladas-em-marco https://datamarnews.com/pt/noticias/exportacoes-de-soja-do-brasil-devem-superar-16-milhoes-de-toneladas-em-marco/#respond Wed, 25 Mar 2026 19:20:39 +0000 https://datamarnews.com/?post_type=noticias&p=68722 As exportações brasileiras de soja devem ultrapassar a marca de 16 milhões de toneladas em março, consolidando o bom desempenho do agronegócio no início de 2026. A projeção é da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec), com base na programação de embarques nos portos do país.

De acordo com os dados mais recentes, o volume pode chegar a cerca de 16,3 milhões de toneladas no mês, mantendo o Brasil como um dos principais fornecedores globais da commodity.

Segundo reportagem do Canal Rural, o resultado representa uma recuperação após um desempenho mais moderado em fevereiro e reflete o avanço da colheita da safra 2025/26, além da forte demanda internacional, especialmente de países asiáticos.

As estimativas do setor indicam que os embarques de soja em março devem ficar dentro de uma faixa entre 15 milhões e quase 18 milhões de toneladas, evidenciando a capacidade logística e produtiva do país.

O crescimento das exportações reforça a importância da soja na balança comercial brasileira, sendo um dos principais produtos do agronegócio e responsável por grande parte das receitas externas do país.

Além disso, o bom desempenho está diretamente ligado à safra robusta prevista para o ciclo 2025/26, que pode atingir níveis recordes de produção, fortalecendo ainda mais a posição do Brasil no mercado global.

Com esse cenário, a expectativa é de que o país mantenha ritmo elevado de exportações ao longo dos próximos meses, acompanhando o pico da colheita e a demanda internacional aquecida.

Fonte: Semana 7

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Agronegócio brasileiro bate recorde de faturamento com exportações em 2025, mas 2026 começa sob incertezas https://datamarnews.com/pt/noticias/agronegocio-brasileiro-bate-recorde-de-faturamento-com-exportacoes-em-2025-mas-2026-comeca-sob-incertezas/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=agronegocio-brasileiro-bate-recorde-de-faturamento-com-exportacoes-em-2025-mas-2026-comeca-sob-incertezas https://datamarnews.com/pt/noticias/agronegocio-brasileiro-bate-recorde-de-faturamento-com-exportacoes-em-2025-mas-2026-comeca-sob-incertezas/#respond Tue, 24 Mar 2026 13:36:14 +0000 https://datamarnews.com/?post_type=noticias&p=68582 O agronegócio brasileiro encerrou 2025 com novo recorde de faturamento nas exportações, mesmo em um ambiente marcado por tarifas impostas pelos Estados Unidos e por oscilações nos preços médios de venda. Levantamento do Cepea, com base em dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), mostra que o setor faturou US$ 169 bilhões no ano passado, alta de 3% em relação a 2024.

Segundo o Cepea, o avanço foi sustentado principalmente pelo aumento de 3,4% no volume exportado, já que o preço médio anual recuou 0,4%.

Entre os produtos que registraram crescimento nos volumes embarcados em 2025 estão carnes bovina e suína, celulose, soja em grão, algodão e milho. No caso dos preços, os avanços foram observados nas carnes bovina e suína, no etanol, no café e no óleo de soja.

China, União Europeia e Estados Unidos seguiram como os principais destinos do agronegócio brasileiro. As exportações para a China continuaram fortemente concentradas no complexo soja, enquanto os embarques para a União Europeia tiveram maior peso de produtos florestais, café, frutas e suco de laranja. Já os Estados Unidos mantiveram relevância sobretudo para madeira, suco de laranja, etanol, café, frutas, celulose e carne bovina.

Os dados de parceiros comerciais do DataLiner, plataforma da inteligência de dados da Datamar, mostram a China como principal destino das exportações conteinerizadas do Brasil, com 40.275 TEUs, alta de 4%, enquanto os Estados Unidos aparecem em segundo, com 20.885 TEUs, mas com queda de 34%.

Segunda a Datamar, as principais exportações do Brasil para a China, em janeiro de 2026, incluíram carne bovina congelada (7.780 TEUs, alta de 4,8%), algodão (7.043 TEUs, alta de 79,5%) e celulose química de madeira (6.954 TEUs, alta de 47%).

O gráfico abaixo utiliza informações extraídas do DataLiner para comprar o volume de contêineres exportados para os dois principais parceiros comerciais do Brasil desde janeiro de 2023:

Exportações para EUA e China | Jan 2023 –  Jan 2026 | TEUs

Fonte: DataLiner (clique aqui para solicitar uma demonstração) 

Apesar do desempenho recorde em 2025, o início de 2026 é cercado por incertezas para o setor. Enquanto produtores do Hemisfério Sul concluem a colheita da safra de verão e avançam no plantio do novo ciclo, agentes do mercado também acompanham os efeitos do conflito no Oriente Médio sobre a logística global e os custos de insumos.

Segundo o Cepea, a escalada das tensões já tem provocado alta nos preços do petróleo e dificultado operações logísticas. O fechamento do Estreito de Ormuz é apontado como um dos principais focos de preocupação, por se tratar de uma rota estratégica para o comércio internacional de energia e fertilizantes. De acordo com o centro de estudos, cerca de 30% dos fertilizantes comercializados globalmente, especialmente nitrogenados, passam pela região.

Nesse cenário, empresas brasileiras do setor de fertilizantes vêm se mantendo afastadas do mercado e evitando divulgar preços enquanto aguardam maior clareza sobre os desdobramentos do conflito, segundo o Cepea.

O Irã, por sua vez, ganhou peso nas compras de milho brasileiro ao longo de 2025. Dados da Secex mostram que o país foi o principal destino do cereal no ano passado, com 9 milhões de toneladas importadas, quase o dobro do volume registrado em 2024, de 4,33 milhões de toneladas. Ainda assim, como os embarques brasileiros de milho costumam ganhar força no segundo semestre, o mercado monitora por enquanto os possíveis reflexos para os próximos meses.

No caso da carne de frango, o Oriente Médio permanece como uma região estratégica para o Brasil. Em 2025, o bloco respondeu por quase 25% dos embarques brasileiros da proteína. Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita ocuparam, respectivamente, a primeira e a terceira posições entre os principais destinos da carne de frango brasileira.

Juntos, os dois países receberam mais de 877 mil toneladas em 2025, o equivalente a mais de 12,6% de todo o volume exportado pelo Brasil, segundo os dados compilados pelo Cepea.

Fonte: Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea)

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VLI bateu recorde na movimentação de grãos em 2025 https://datamarnews.com/pt/noticias/vli-bateu-recorde-na-movimentacao-de-graos-em-2025/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=vli-bateu-recorde-na-movimentacao-de-graos-em-2025 https://datamarnews.com/pt/noticias/vli-bateu-recorde-na-movimentacao-de-graos-em-2025/#respond Mon, 23 Mar 2026 19:34:09 +0000 https://datamarnews.com/?post_type=noticias&p=68616 A companhia de logística VLI registrou no ano passado recorde na movimentação de grãos (milho e soja) e farelos, um dos principais segmentos atendidos pela empresa. Segundo a VLI, o volume transportado pelas ferrovias que opera alcançou 23 milhões de toneladas úteis (MTU), resultado 16% superior ao registrado em 2024. Nos portos operados pela VLI, foram embarcadas 15,4 MTU, crescimento de 14% na comparação anual.

A empresa não divulga projeções para este ano, mas avalia que o transporte ferroviário tende a ser estratégico para os agricultores, em um cenário de margens apertadas pela conjuntura de mercado, agravado pelos impactos do conflito no Oriente Médio sobre os custos de produção no campo.

“A respeito do conflito, do ponto de vista do nosso cliente, o produtor, temos acompanhado o cenário de margens cada vez mais apertadas, e o custo com combustível, com certeza, é um dos principais fatores de impacto. Isso torna a questão da eficiência logística ainda mais necessária”, afirmou a VLI ao Valor.

“Nesse contexto, o papel da ferrovia é garantir a competitividade no transporte de longas distâncias, exercendo uma função fundamental de proteger a rentabilidade do produtor”, acrescentou.
De acordo com Carolina Hernandez Tascon, diretora comercial da VLI, o crescimento na produção brasileira de grãos é outro fator que pode impulsionar os resultados da empresa.

“A expectativa da Companhia Nacional de Abastecimento para este ano é de que a safra chegue a 353,4 milhões de toneladas, representando um crescimento de 0,3% em relação ao ciclo 2024/25. A VLI não faz projeções, mas buscamos sempre acompanhar o movimento da produção e da comercialização, as duas variáveis que influenciam nossas expectativas”, disse Tascon ao Valor.

Segundo a executiva, os resultados obtidos no ano passado são provenientes do crescimento da demanda, mas também do retorno de investimentos realizados pela companhia.

Nos últimos dois anos, a VLI investiu cerca de R$ 7 bilhões no sistema multimodal integrado. Isso envolve desde os equipamentos que descarregam os caminhões nos terminais, passando pela inspeção das ferrovias e vagões, até os carregadores de navios nos portos. Desde 2024, a empresa adquiriu 27 locomotivas, o que demandou investimento de R$ 600 milhões.

Fonte: Globo Rural

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Porto de Paranaguá registra maior operação de cevada em um único navio https://datamarnews.com/pt/noticias/porto-de-paranagua-registra-maior-operacao-de-cevada-em-um-unico-navio/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=porto-de-paranagua-registra-maior-operacao-de-cevada-em-um-unico-navio https://datamarnews.com/pt/noticias/porto-de-paranagua-registra-maior-operacao-de-cevada-em-um-unico-navio/#respond Mon, 23 Mar 2026 19:32:52 +0000 https://datamarnews.com/?post_type=noticias&p=68614 O navio graneleiro Mercury Island, vindo da Argentina, descarregou 50 mil toneladas de cevada no berço 202 do Porto de Paranaguá. A operação foi concluída nesta quarta-feira (18) e estabeleceu o recorde de maior volume desse produto movimentado em um único navio no Paraná. A carga agora segue para o interior do Estado.

O recorde anterior havia sido registrado pelo navio Akra, em 26 de janeiro deste ano, com a movimentação de 49.448 toneladas. “Esses recordes sequenciais só são possíveis com o aumento do calado, que permite receber navios cada vez mais carregados”, destacou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

As ações e os investimentos constantes em dragagem permitiram o aumento do calado operacional, que corresponde à distância entre a superfície da água e o ponto mais profundo da embarcação. Um calado maior possibilita que o navio transporte mais mercadorias em uma única viagem, ampliando a capacidade operacional da estrutura portuária e reduzindo custos logísticos.

Em menos de um ano, a empresa pública obteve duas autorizações para aumento do calado, resultado de um trabalho contínuo de planejamento e execução. Em dezembro de 2024, o calado passou de 12,8 metros para 13,1 metros e, em setembro de 2025, para 13,3 metros. Os 50 centímetros adicionais permitiram, por exemplo, o embarque de 3,7 mil toneladas a mais por navio.

Crescimento na movimentação de cevada

A cevada, principal matéria-prima da cerveja tradicional, registrou crescimento de 34% na movimentação pelos portos paranaenses. No comparativo entre o primeiro bimestre de 2025 e o de 2026, o volume passou de 123.404 toneladas para 165.338 toneladas.

Além da produção de malte, o cereal também é utilizado na alimentação humana e na fabricação de ração animal. “Apesar de o Paraná ser o maior produtor de cevada do Brasil, a demanda interna é elevada, e o Estado segue como um dos principais destinos do produto”, afirmou o diretor de Operações Portuárias da Portos do Paraná, Gabriel Vieira.

Paraná como polo cervejeiro

De acordo com dados mais recentes do Ministério da Agricultura e Pecuária, em 2024 o Paraná contava com 174 cervejarias registradas, número 3% superior ao do ano anterior. Entre 2020 e 2024, o setor investiu cerca de R$ 5 bilhões na fabricação da bebida, na aquisição de insumos, na modernização dos processos produtivos e na produção de embalagens.

Fonte: Portos do Paraná

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Brasil projeta recorde de processamento de soja em 2026 https://datamarnews.com/pt/noticias/brasil-projeta-recorde-de-processamento-de-soja-em-2026/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=brasil-projeta-recorde-de-processamento-de-soja-em-2026 https://datamarnews.com/pt/noticias/brasil-projeta-recorde-de-processamento-de-soja-em-2026/#respond Thu, 19 Mar 2026 20:52:58 +0000 https://datamarnews.com/?post_type=noticias&p=68556 A Abiove (Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais) revisou suas estimativas para o complexo soja e reforçou a expectativa de um marco histórico para o setor em 2026. De acordo com o novo balanço, o Brasil caminha para atingir um recorde no processamento interno, impulsionado tanto pela força da safra quanto pela crescente demanda por derivados.

A projeção atualizada indica que o esmagamento de soja deve alcançar 61,5 milhões de toneladas em 2026, uma leve alta de 0,8% em relação ao levantamento anterior.

O avanço evidencia a capacidade da indústria nacional de absorver volumes cada vez maiores e gerar produtos com maior valor agregado.

Com isso, a produção de derivados também segue em alta. A estimativa é de 47,4 milhões de toneladas de farelo de soja e 12,35 milhões de toneladas de óleo de soja, consolidando o papel estratégico do Brasil não apenas como exportador de grão, mas também como fornecedor de insumos essenciais para alimentação e energia.

Maturidade do complexo soja

Para Daniel Furlan Amaral, diretor de Economia e Assuntos Regulatórios da entidade, os números refletem a maturidade do setor. Segundo ele, o ajuste positivo nas projeções demonstra que a indústria está preparada para transformar a safra recorde em proteína e bioenergia, fortalecendo a segurança alimentar e energética do país.

No comércio exterior, o protagonismo brasileiro permanece sólido. A exportação de soja em grão está projetada em 111,5 milhões de toneladas, mantendo o país na liderança global.

Já no segmento de derivados, as vendas externas devem atingir 24,6 milhões de toneladas de farelo, enquanto o óleo de soja apresenta crescimento estimado de 3,4%, chegando a 1,5 milhão de toneladas exportadas.

Os dados mais recentes reforçam esse cenário positivo. Em janeiro de 2026, o processamento somou 3,689 milhões de toneladas, um aumento de 8,9% em relação ao mesmo período do ano anterior, considerando o ajuste amostral.

O gráfico a seguir destrincha as exportações de farelo de soja (NCM 2304.00.00, 2304.00.10 e 2304.00.90) do Brasil, segundo dados obtidos pela Datamar:

Exportação de Farelo de Soja | Jan 2023 – Jan 2026 | WTMT

Fonte: DataLiner (clique aqui para solicitar uma demonstração) 

Texto adaptado de Fernanda Pressinott para a CNN Brasil

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